Quem? A nova mídia? Certo mesmo é que estão no caminho certo, pois ninguém mais vê a velha mídia. E, quando se atreve a acessar, é apenas por curiosidade. Ok. Tudo bem.
Mas de onde vem a expressão “pregar no deserto”? É apenas no sentido religioso?
“Pregar no deserto” é uma expressão que significa tentar divulgar ideias, conselhos ou ensinamentos em vão, sem ser ouvido, compreendido ou valorizado, já que o ambiente é vazio ou indiferente. É sinônimo de falar para ninguém, desperdiçar esforço em um ambiente hostil ou de total falta de interesse.
Opa. Essa conotação ou explicação não é coisa do passado? Antigamente, os que desejavam que algo não viesse à tona ou que fosse devidamente apurado usavam essa expressão até mesmo para desdenhar das pessoas persistentes.
Você acredita que o Grupo Oeste de Comunicação prega no deserto? Todas as vezes que você escuta (pois dezenas de emissoras retransmitem os programas) ou vê (várias emissoras de TV retransmitem)? Com certeza, não pregam em deserto árido, pois cerca de 80.000 (oitenta mil) telas veem o programa Oeste Sem Filtro diariamente!
E, em se tratando da percepção dos tempos modernos, cada conexão significa que, no mínimo, três pessoas também estão assistindo. Multiplicando isso, dá mais de 240.000 (duzentas e quarenta mil) pessoas, no mínimo, que assistem e escutam o persistir de valores e virtudes!
Pregando no deserto? Onde? Quando e quem?
Diariamente, os portais Metrópoles, O Antagonista e Poder360 possuem muito mais audiência e visualizações do que até mesmo toda a velha mídia junta. Está vendo como muitos não estão pregando no deserto?
Portais de notícias — e notícias que transformam — estão modificando até mesmo a forma de perceber, analisar e publicar fatos e acontecimentos locais. E cada estado da Federação, no país, tem os seus destaques.
No geral, as pessoas estão buscando muito mais informações em portais e no YouTube. E tem mais: o retorno de quem ousa investir nesse mercado é imediato, pois diariamente existe a medição de acessos e até mesmo do tempo de leitura que cada acesso teve. Isso significa retorno para quem deseja investir com percepção imediata.
Quer voltar ao “pregar no deserto”? Historicamente, refere-se a João Batista, que pregava no deserto da Judeia chamando ao arrependimento, anunciando Jesus. Embora o deserto seja um lugar de isolamento, no contexto bíblico também simboliza um lugar de experiência, preparo e encontro com Deus, longe da corrupção das cidades.
Pode, no fundo, “pregar no deserto” indicar a transmissão de mensagens importantes em um momento ou lugar onde “ninguém se importa”, como provérbio popular. Está “vendo”?
Em suma, a frase denota uma situação de “isolamento intelectual ou espiritual”, em que a mensagem é proferida, mas não necessariamente deixa de encontrar ecos!
Pregando no deserto? Tem nova conotação no ar?
É a chamada mídia alternativa? Deixou de ser! Como, na contemporaneidade, tudo se transformou, existe, portanto, a eloquência de uma inversão em sentido positivo. O que outrora era motivo de opinião transformando-se em verdade, nos dias atuais, encontra-se onde antigamente estava distante.
Qualquer pessoa com acesso à internet pode simplesmente buscar o que deseja e procurar esclarecer um pouco mais o que foi postado. Não tem mais essa de postar e todos crerem que é a verdade “verdadeira”. Eis a razão de os portais e sites de notícias estarem cada vez mais se sobressaindo perante os acontecimentos.
A velha mídia demora muito a apresentar os fatos ocorridos e, quando os publica, geralmente é de forma enviesada e sem a devida profundidade.
SÉCULO 21, PESSOAL!