Colômbia ou o Brasil? Um dos falantes, na primeira entrevista, avisou: não é bom brincar com o atual presidente dos Estados Unidos da América. Donald Trump não está mais disposto a “aguentar desaforos” proferidos contra a sua pessoa. Enquanto isso, estão aproveitando a cortina de fumaça internacional? Tudo indica que tirarão proveito. Essa picuinha internacional serve para encobrir o enorme rombo das contas públicas, o excesso de endividamento das estatais e, sobretudo, o enorme sufoco pelo qual anda passando o povo brasileiro.
Somente quem não anda endividado são “os dependentes do erário” e “aqueles que perderam a índole e o caráter”. O povo simples e trabalhador está no maior perrengue da História. São dívidas para tudo quanto é lado. Tem gente que já acorda no desespero. E quem irá socorrer o pobre, o indigente e o desvalido? Ninguém. É bíblico. Está na Sagrada Escritura. E os “endinheirados à custa do erário” ainda dizem: “quem pariu Matheus que o balance”. Janeiro, fevereiro e março são os meses do crescente endividamento brasileiro!
Quem será o próximo? Endividado ou país a ser libertado das amarras tiranas? Provavelmente a Colômbia, mas é bom alguém que tem barba deixá-la de molho, como dias desses ressaltou muito bem um renomado advogado em artigo publicado na imprensa local. Donald Trump tem seus valores, mas é bom que autoridades caribenhas e da América Latina compreendam que o que mais interessa aos presidentes americanos é a proteção de seu país e o enriquecimento contínuo e crescente, pois somente dessa forma poderão fazer frente ao poderio chinês. Donald J. Trump não tem outra saída.
É lógico que os valores dos presidentes americanos não são mesquinhos nem de cunho meramente pessoal. O contexto não é mais de acúmulo de riquezas, mas de grandeza moral perante o mundo, e em tudo isso há a primazia de fatos e acontecimentos cotidianos. A República Federativa do Brasil precisa parar de “brincar com os States”!
Quem será o próximo? A perder a vida por negócios escusos? O primeiro país a ser pressionado depois da Venezuela? Nesta história não há santos. Mas também não há isso de medir força com quem tem força maior. Essa coisa de recorrer a instâncias internacionais não é simplesmente balela? Quem terá saúde financeira e armamentista para contrapor-se aos Estados Unidos da América? O Brasil? Que moral dispõe, tanto espiritual quanto material?
Quem, na história da política americana, já chegou ao ponto de ser acusado publicamente de “enriquecimento ilícito”? O contexto de acusações aos presidentes americanos eleitos é outro. Alguns no aspecto sexual, outros em manobras que descaracterizam o caráter presidencial, mas jamais no aspecto da corrupção. E Nixon? Também em uma ótica totalmente desconcertante e contextual. O dinheiro norte-americano é canalizado totalmente para a segurança de seus interesses coletivos e da sociedade americana. Somente assim continuarão fazendo frente a outros!
Quem será o próximo? Os “lobistas travestidos de empresários”? Há quem afirme categoricamente que “a batata deles já está assando” na Casa Branca faz tempo, por acharem que os presidentes americanos são suscetíveis à pressão e ao emparedamento por simples doações — que, nos States, é facultado a qualquer um fazer de livre e espontânea vontade e dentro das leis americanas.
O próximo pode ser uma “república de bananas” que acredita ter poder sem ao menos possuir uma força armada considerável? Certo mesmo é que Donald Trump encontra na América Latina a única forma de sobrevivência norte-americana frente ao crescente planejamento econômico chinês. “Liberdade abre as asas sobre nós” é o que todos clamam a partir de agora? O tempo ainda é senhor da razão? Paciência, juízo e prudência sempre faz o BEM?