O que está por trás?
De quê e de quem? A percepção é de que fatos estão sendo distorcidos. Mas, mesmo assim, o foco não muda. O certo é que um escândalo de proporções inimagináveis toma conta do noticiário nacional e internacional. E a discordância jurídica persiste, com ninguém sabendo quais são as razões e os motivos dos sigilos. O certo não seria dizer que a dedicação de determinado “banqueiro” nos últimos anos foi intensa justamente para colher o que plantou? Semeou “benefícios”, distribuiu “festas e dividendos” e agora vai continuar “blindado”? A questão é que, no final do ano, é difícil encontrar pautas ou matérias relevantes, e até mesmo a velha mídia viu um filão a ser explorado. Talvez. Eita, JESUS, são muitas perguntas sem respostas, ou somente perguntas e nenhuma resposta. Talvez estejam “apenas enchendo linguiças” e esperando o tempo passar, até que novas pautas surjam. Olha que talvez também não, pois fontes fidedignas estão espalhando que as próprias informações “vazadas” estão vindo através do descontentamento de banqueiros!
O que está por trás de tudo isso?
Alguns já falaram em CPI na Câmara e também no Senado, e etc. E outra coisa: tem gente “com medo de respingar” algo em alguém dos poderes executivos e legislativos? O bom não seria perguntar se isso afeta, melhora ou não a vida dos demais brasileiros? Olha que afeta tanto direta quanto indiretamente. O FGC – Fundo Garantidor de Créditos não é uma contribuição dos bancos para evitar que o sistema colapse de uma vez por todas em momentos difíceis? A pergunta é: mas isso é fruto de quê, e de onde advém este “dinheiro garantidor”? Brasília e o eixo Rio-São Paulo-Minas estão preocupados com impunidades. Isso começou a afetar a todos e a tudo. O sistema começa a se perguntar até onde isso tudo vai chegar. A cada dia, são beneficiados apenas alguns e não o todo de “um bolo que já não sobra pedaços para distribuir adequadamente”. Em suma, esticaram demasiadamente a corda, dizem alguns juristas sérios e renomados eticamente. E o que pode acontecer é que “pessoas terminem sendo enfocadas nas próprias artimanhas criadas”. Se o final do ano está assim, você imagine quando passar o carnaval de 2026 e as “máscaras começarem a cair”. Ave Maria!
O que está por trás de tudo isso?
Do quê e de quem? Pode ser que a coisa esquente, ou não, e isso só será percebido no início de 2026. Até o momento, parece que a velha mídia apenas está “se entretendo por não ter outras pautas a cumprir”. Olha que talvez não! A jornalista do O Globo continuará “recebendo informações de dentro do sistema bancário e continuará expondo”? A história do jornalismo brasileiro está cheia de casos que começam de forma que ninguém acredita e desaguam em algo que jamais alguma pessoa lúcida e de juízo imaginaria. E o que os simples mortais devem fazer? Continuar suas vidas, vendo onde tudo isso pode chegar! Existe uma máxima jornalística que expressa muito bem a memória coletiva do brasileiro: “Tudo, após alguns dias, já se torna passado e cai no esquecimento.” Mas será que desta vez será a mesma coisa? Mentes pensantes e sábias estão dizendo que, quando algo começa a conta-gotas e não cessa, tende a ir longe. E não há momento melhor para muitos dos poderes desfrutarem de “tempo livre” do que os dias de intervalo entre o Natal e o Ano Novo. Eis a nobre realidade.
Frases relevantes:
“Existem certas ocasiões em que um homem tem de revelar metade do seu segredo para manter oculto o resto.” – Philip Chesterfield. “O futuro do homem está oculto no seu saber.” – Francis Bacon. “Não há nada oculto que não venha a ser revelado, e nada escondido que não venha a ser conhecido e trazido à luz.” – Lucas 8:17