
Nos dias atuais, não é. Demonstra que o país está “dividido ao meio” e a opção por um dos lados significou ou significará perdas irreversíveis. É isso que se dá ao meter-se em contextos não previamente analisados e optar, principalmente, por um dos lados que está cada vez mais “descendo a ladeira”. Perder praticamente 150.000.000 (cento e cinquenta milhões em valor de mercado) em apenas alguns dias é um estrago que praticamente representará todas as vendas de final de ano desta marca ou das empresas que estão por trás deste ato calculado ou irrefletido. E muita coisa está vindo à tona a cada dia que passa. O fato de o público agora estar sabendo que, por trás desta iniciativa ideológica, está um dos maiores bancos do mercado brasileiro e que tem fortes “ligações com o governo federal” não trará novos prejuízos e perdas de clientes a este conhecido banco? Polêmicas à parte, a República Federativa do Brasil vive realmente dias turbulentos. E qual a razão de tudo isso? O apego excessivo ao poder. O brasileiro não gosta e não tolera a perpetuação de poderes. A máxima dos excelentes líderes e uma das suas melhores qualidades é quando se formam discípulos e várias pessoas capazes de sucedê-los. Algo ficou fora da ORDEM?
É uma simples polêmica? É o perigo da concentração excessiva de poderes? Certo mesmo é que quem usava não usará de novo ou jamais? O que, no fundo, tudo isso está gerando são perguntas do tipo: se alguém pode fazer o marketing que desejar, todos também podem usar ou comprar apenas aquilo que julgar que lhe será útil ou não. E tem mais: abre um leque de opções e nichos de mercado. Com certeza, os concorrentes de uma marca que tomou uma decisão desastrada “verão que a partir de agora” o dono ou a dona de praticamente um monopólio de mercado está enfraquecido e que oportunidades que antes não tinham de avançar agora surgiram de uma hora para outra. Tá “vendo”? A vida cada vez mais é como dizem os “mais vividos e experientes”: de uma hora para outra tudo pode acontecer. E isso traz lições até mesmo para a vida espiritual: a certeza de que, por aqui, nesta vida terrena, nada é sólido, duradouro, seguro ou eterno. Os judeus habitualmente costumam dizer que política e religião são algo inseparáveis. A questão é: no mundo moderno e contemporâneo, cada vez mais “os intelectuais acadêmicos” dissipam essa ideia de que as duas coisas estão associadas. Qual a razão? É da religião e da política que advêm todas as alterações e as mudanças realmente significativas que impactam as sociedades!
É uma simples polêmica? Para um dos lados da questão, SIM, mas para o outro lado, NÃO. E caracterizou “propaganda subliminar ou velada”, com o intuito claro de influenciar no resultado de uma futura eleição, e muito próxima. Além dos aspectos de prejuízos financeiros, tudo isso também resultará em associação negativa de uma marca que, até outrora, era uma das mais respeitadas em todas as classes sociais. Colocar “panos quentes” em uma hora dessas, o que significará mais ainda? Alguns acreditam que, em benefício de maior amplitude de alcance, outros acreditam e acreditarão que cada vez mais prejuízos poderão advir de uma atitude calculada ou não. Qual o maior legado de tudo isso, toda vez que uma coisa dessas vem à tona? Depois da internet e, especificamente, das redes sociais, juízo cada vez mais é necessário. A sociedade é uma “construção de valores” e, simplesmente, alguém não pode chegar e, de uma hora para outra, “colocar tudo isso por terra”. E tem mais: como alguém vai conseguir andar com os dois pés de uma vez só? Quem assim fizer, lógico que vai cair, literalmente. A expressão “pé direito” já possui construção social sólida e, até ontem, nem estava ligada ao contexto político. Mexeram em um vespeiro? Fizeram aflorar um pouco mais ainda o desejo de mudanças? Ninguém tem como, de fato, calcular o estrago pretendido ou não. E somente o tempo é Senhor da Razão? Vão mexer também em outras expressões do imaginário popular? É melhor deixar o povo livre e com suas liberdades! A liberdade de escolha livre é uma das mais fortes!!
Mín. 20° Máx. 38°