
48 contra 29? Eis os números?
Consulte a pesquisa completa em https://www.poder360.com.br/poder-pesquisas/poderdata-48-dos-catolicos-e-29-dos-evangelicos-aprovam-o-governo/
O portal de notícias Poder360 traz em números o apoio dos católicos e evangélicos ao governo. Os católicos apoiam com quarenta e oito por cento, e os evangélicos com vinte e nove por cento. A pesquisa também traz algo que já era esperado. No geral, o povo apoia o trabalho do governo, mas não apoia Lula. Está vendo? É o cansaço. É o mais do mesmo. Ninguém aguenta mais.
A questão é: 29% no meio evangélico é muito. E estão começando a ganhar terreno nessa área. Muitas igrejas estão “recebendo apoio” de forma velada. O discurso de respeito às autoridades tem aumentado como nunca se viu, e sempre na ótica de dizer que as autoridades são constituídas por Deus.
Há pastores chegando ao ponto de dizer que é pecado grave fazer comentários sobre a atuação das autoridades. Já pensou uma coisa dessas? Não querem nem saber se essas autoridades estão zelando ou não pelo dinheiro público. É o tipo: não queremos saber “de onde é o dinheiro”; queremos é que ele (o dinheiro) chegue até nós.
E dinheiro de igreja evangélica ninguém vê muito para onde vai. Obras sociais são quase inexistentes por parte das instituições. Delegam esses atributos aos fiéis, que já vivem eternamente no aperto!
48 contra 29? Eis os números?
E os católicos vivem “de olhos fechados a tudo o que acontece”. Isso é muito fruto das “negociatas existentes”?. Já perceberam que, nos últimos anos, o número de canais de TV e emissoras de rádio de cunho católico tem aumentado consideravelmente? Há algo acontecendo de forma muito “silenciosa”.
Teresina tem particularidades nisso. É conhecida e reconhecida nos “bastidores dos poderes” por ter autoridades eclesiásticas que são defensoras de carteirinha da política e do político que se esnoba em gastos públicos. As estatais estão em frangalhos, e ninguém diz nada.
As comissões são conhecidas por “fazerem campanhas abertamente” em defesa de um só partido e de um só candidato. E onde fica o Evangelho nesse sentido? E as palavras que são proferidas dos púlpitos diariamente?
Os críticos e analistas dignos no catolicismo não estão nem mesmo buscando igualdade de condições; desejam, ao menos, que “os dois lados da moeda sejam respeitados”. Mas a pregação de uma determinada igreja em um lugar é de um jeito, e nas periferias, de outro? O discurso agora é unificado!
48 contra 29? Eis os números de apoio ao governo entre as religiões?
Muito baixo. Chega a ser alto o número do apoio evangélico, mas o apoio católico reduziu de forma drástica. O que está acontecendo? Nos últimos anos, devido às decepções com o mundo evangélico, os católicos passaram a rezar muito mais e a viver, de fato, o Evangelho com mais precisão.
Hoje, a maioria dos católicos convertidos chega e é fruto do cansaço das igrejas protestantes. E quando um católico se converte de verdade, o negócio anda mesmo. Na Europa, costumava-se dizer que, quando um francês se converte ao cristianismo, converte-se de corpo e alma. Sai pelo mundo a pregar o Evangelho de Cristo pelos quatro cantos da cidade.
Mas agora vocês estão a analisar até mesmo números de pesquisas sobre apoios relacionados à religiosidade? Meu amigo, qual o sentido de proclamarem aos quatro cantos que futebol, política e religião ninguém deve falar sobre isso? É de dentro desse contexto que advêm as verdadeiras mudanças, e no Brasil tudo está devidamente interligado.
Quem deseja se perpetuar no poder, onde mais determina a “infiltração de seus partidários e líderes”? No futebol, nas religiões e, de forma muito especial, nos poderes políticos.
É a velha máxima dos estrategistas: façam o que eu digo, mas não façam o que nós fazemos. O sistema está ruindo por dentro; até mesmo dentro das religiões o apoio já não é significativo. O brasileiro verdadeiramente cansou do mais do mesmo sistema de governança.
Mais de 30 (trinta anos) é muito tempo. O brasileiro costuma agir de forma silenciosa. O brasileiro gosta da alternância nos poderes. E, desta vez, “irão gastar mundos e fundos” e não farão os brasileiros acreditarem mais uma vez no mais do mesmo? O brasileiro, em geral, gosta de novidades mas costuma agir de forma que nem as pesquisas possam detectar o que realmente estão pensando em seus corações. O brasileiro gosta e almeja uma nação forte e com liberdades. Muita gente culpa os brasileiros mas vejam como o empreendedorismo demonstra o que de fato pensam!
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