
Quem tudo quer termina é ficando sem nada?
A frase "quem tudo quer, termina ficando sem nada" significa que a ganância e a ambição excessiva levam à perda de tudo, pois a busca desenfreada por acumular ou ter mais acaba diluindo os esforços e impedindo o foco, resultando em não conseguir nada de valor ou até perdendo o que já se tinha. É um alerta para a importância da moderação e do equilíbrio. O desejo de tentar agradar a todos, e não fazer o que é justo e correto, está colocando o atual presidente da Câmara dos Deputados em banho-maria? O que significa essa expressão? "Ficar em banho-maria" significa aquecer algo lenta e uniformemente, sem contato direto com o fogo, usando o vapor da água quente — como em pudins e chocolates. Mas também pode significar adiar uma decisão ou situação, protelar, pois o processo original é demorado e suave, sem pressa.
Rumores e burburinhos já se ouviam, mas nada de forma direta. Os bastidores de Brasília começaram a acreditar que alguém não reúne mais as condições necessárias para continuar presidindo a Câmara dos Deputados? Esse filme já foi visto em passado não muito remoto? JESUS! "Quem tudo quer", de acordo com provérbios populares, "termina ficando sem nada". O desejo de agradar ao mesmo tempo governo e oposição está colocando alguém na corda bamba? A Câmara dos Deputados é conhecida por fazer tudo por meio de consensos. A eleição de um presidente da Casa já chega ao dia da votação com tudo praticamente acertado. E o que deputado não tolera é bagunça pública sendo exposta e descumprimento de acordos previamente firmados.
A história legislativa da Câmara dos Deputados mostra que somente os presidentes com pulso firme cumpriram integralmente seus mandatos. Será que tem alguém que anda com medo? Gato escaldado não tem mais medo de água fria? O que significa isso? A expressão popular Gato escaldado tem medo de águia fria indica que quem já sofreu uma experiência muito ruim (o “escaldar” com água quente) torna-se cauteloso e passa a temer situações semelhantes, mesmo as inofensivas (a “água fria”), para evitar se machucar novamente. É a prudência adquirida após o trauma.
O que soa nos bastidores de Brasília é que o atual presidente da Câmara se sente “muito autoconfiante”. E, às vezes, esquece quem o colocou por lá? Quem tudo quer pode perder tudo? Não acreditamos nisso, mas há quem acredite que os tentáculos que sustentam o atual presidente da Câmara andam muito “flexíveis e analisando possibilidades”. Certo mesmo é que a instabilidade está tomando conta de mais um dos poderes?
O que queria Montesquieu com a organização dos poderes? Ele queria que ela garantisse a liberdade política e a segurança individual, prevenindo o acúmulo e o abuso de poder. Propôs a divisão do poder estatal em três funções independentes e harmônicas — Executivo, Legislativo e Judiciário — para que cada uma limitasse as outras, em um sistema conhecido como “freios e contrapesos”. A sensação atual é que, no Brasil, os poderes andam em desequilíbrio.
Mas o que pegou mesmo? Seria o fato de "mandar retirar" jornalistas que cobriam o plenário da Casa? Ou muito mais outras coisas estremeceram as relações políticas?
A imagem que o plenário da Câmara fez correr o mundo preocupou muita gente sensível. E, quando se trata de poder, essa “turma sensível” não gosta de presenciar exposições indevidas. Final de ano será de muitas conversas para tentar contornar tudo isso. E 2026 está chegando. Sabe o que pode dissipar tudo isso? Ano eleitoral no Brasil faz esquecer tudo o que aconteceu. Vida que segue. Esperteza demasiada pode tornar-se algo perigoso?
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