
Por Josenildo Melo
Decisão baseada em quê?
No medo? Tudo indica que SIM. A reação da sociedade foi imediata! O Presidente do Senado garantiu que o Poder Legislativo vai defender a Constituição Federal. Ninguém, em sã consciência, percebeu uma decisão unilateral como algo positivo. Mesmo que o plenário (em votação virtual) garanta essa decisão monocrática, haverá reação do Congresso Nacional; pelo menos foi isso que as opiniões emitidas por senadores e deputados federais deixaram transparecer. Já, segundo fontes fidedignas e de informações reservadas, garantem que esta decisão "baseada no medo" já é o prenúncio e a convicção de uma derrota anunciada. Isto é, muitos aliados "já se sentem convictos" de que o atual presidente da República Federativa do Brasil não será reeleito e já começaram as articulações para uma futura proteção sobre o que pode acontecer depois das eleições de 2026. A concessão de poderes ilimitados a um Poder soa em Brasília como algo extremamente perigoso!
Decisão baseada em quê?
Legislar em causa própria é algo que muitos senadores e deputados federais estão analisando como algo que ultrapassa a linha da racionalidade e do respeito aos demais poderes. Muitos estão chamando, em off, o plenário virtual de "o escurinho do cinema". O Presidente do Senado, Alcolumbre, foi enfático, segundo o site da Folha de São Paulo, ao falar em mudar até mesmo a Constituição após a blindagem de Gilmar aos ministros e cobrar respeito do STF – Supremo Tribunal Federal. A reação da sociedade foi tamanha que muitos compararam esta decisão liminar a "atos institucionais" da época em que o Brasil vivia sob o regime militar. Os comentaristas do influente e conceituado programa Oeste Sem Filtro dizem que o decano do STF afrontou o Legislativo brasileiro de uma forma jamais vista na História Brasileira. Clima quente em Brasília. Os bastidores dos poderes estão tão em polvorosa que a decisão tomada está unindo oposição e até mesmo pessoas que costumavam apoiar o governo atual do Brasil. Como nunca se viu, está começando um “levante reacionário político” neste país?
Decisão baseada em quê?
Na possível derrota de Luiz Inácio Lula da Silva nas eleições de 2026? O empresariado que comanda o PIB – Produto Interno Bruto – sentiu algo jamais visto e pressentido. A arrogância precede a queda? Ao juntar Omar Aziz e Rogério Marinho (senadores de lados opostos) em defesa da independência do Legislativo, demonstra como foi recebido o ato monocrático e unilateral tomado pelo decano de um poder. Senadores e deputados federais costumam tratar com "cuidado e reservas" os ministros do STF – Supremo Tribunal Federal, mas a decisão enfatiza que mexer com "o espírito de corpo do Congresso" é algo de fato muito sensível e extremamente perigoso. Essa entrega de poderes que a Constituição Federal outorga ao Senado acirrou de vez os ânimos contra não somente o governo federal, mas, sobretudo, contra ministros do Supremo. Jornalistas, até mesmo da velha mídia, chegam a afirmar que Gilmar Mendes, no fundo, está com medo do resultado que advirá das urnas em 2026. O Congresso vai tirar proveito de tudo isso? Fontes fidedignas chegam a dizer que o medo demonstrado foi logo captado!
Decisão baseada em quê?
Em “ameaças de um futuro próximo” que virá? O senso de oportunidades é algo que nenhum político deixa passar em branco! Muitos chegam a dizer que todos em Brasília estavam esperando uma decisão dessas para fazer uma reação avassaladora e sem mais nenhum medo dos ministros do Supremo Tribunal Federal. A "terra tremeu em solo salesiano"? Muitos senadores já falam que a mesa do Senado pode pautar imediatamente um pedido de impeachment contra alguns dos ministros do STF!
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