
Os Estados Unidos incluíram nesta sexta-feira (24) o presidente da Colômbia, Gustavo Petro, sua esposa Verónica Alcocer, o filho Nicolás Petro e o ministro do Interior, Armando Benedetti, na Lista de Nacionais Especialmente Designados e Pessoas Bloqueadas do Departamento do Tesouro (OFAC).
Com a medida, os citados passam a estar sujeitos a sanções econômicas, e cidadãos e empresas americanas ficam proibidos de realizar transações financeiras ou comerciais com eles.
A decisão amplia a lista de autoridades latino-americanas sancionadas pelos EUA, que já inclui nomes do governo da Venezuela, como Nicolás Maduro, sua esposa e filho, além da vice-presidente Delcy Rodríguez e do ministro da Defesa Vladimir Padrino López.
As relações diplomáticas entre Washington e Bogotá atravessam um momento de forte tensão. O clima se deteriorou após declarações de Donald Trump, que chamou Petro de “líder do tráfico ilegal de drogas” e ameaçou impor medidas diretas contra o governo colombiano.
Nos últimos meses, os Estados Unidos também revogaram o visto de Petro, após sua participação em um ato pró-Palestina em Nova York. A crise marca o ponto mais baixo nas relações entre os dois países nas últimas décadas.
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