
Deixemos as ideologias de lado. É hora de focar no bom senso, no equilíbrio emocional e na responsabilidade política. Como explicar as escolhas equivocadas de Lula da Silva? O que passa pela cabeça de alguém que se diz paladino da justiça e da democracia no Brasil, mas abraça grupos terroristas, ditadores e regimes autoritários pelo mundo afora?
Infelizmente, este tem sido o comportamento do presidente. E por que levantar essa questão? Porque, queiramos ou não, Lula é o presidente da República Federativa do Brasil, líder nacional e ainda exerce influência — mesmo que esporádica — sobre governos autoritários e elites esquerdistas internacionais. O que ele fala ou deixa de falar repercute e tem efeito direto.
O Lula do passado, aquele que arrastava multidões de norte a sul do país, hoje parece distante. Não consegue aglomerar uma milhar de militantes mesmo bancando transporte, pão com mortadela e cachê. Nem mesmo eventos tradicionais conseguem atrair mais sua militância. O líder que marcou os anos 80, 90, 2000 e 2010 parece ter se perdido no tempo, se esvaído na mesmice. Lula se enclausurou e, de sua redoma, pouco ou nada representa. Ainda assim, suas palavras têm consequências concretas.
Não podemos ignorar os fatos: o Brasil foi prejudicado em 40% pelo governo americano. Donald Trump? Não. Eduardo Bolsonaro? Também não. Jornalistas como Paulo Figueiredo ou Rodrigo Constantino? Claro que não. A responsabilidade, em grande parte, recai sobre Lula e suas decisões.
A história internacional não é diferente. A mulher que Lula mandou engolir o choro, quando seu amigo ditador Nicolás Maduro fraudou vergonhosamente as eleições na Venezuela, acaba de receber o Prêmio Nobel da Paz. Ela recebeu a premiação principalmente pela luta por democracia ações simbólicas de diálogo e humanitarismo, mas o gesto gerou polêmica internacional, já que não se tratou de uma vitória real da democracia no país bolivariano. Enquanto isso, o autoproclamado “líder humanista” segue abraçando ditadores e apoiando terroristas, ao mesmo tempo em que menospreza verdadeiros heróis.
Além disso, o homem que ele chamou de “nazista” — Donald Trump — acabou com a guerra em Gaza, que já dura mais de dois anos e matou mais de 67 mil pessoas. Aliás, a oitava guerra que ele encerra mundo afora. Lula ignorou os sinais de alerta e manteve uma postura de suposta neutralidade confortável diante de conflitos que deixam milhões de vítimas.
Ou seja, Lula não dá uma dentro. Ele virou um pária entre as nações aliadas do Ocidente, persona non grata em Israel e hoje rasteja entre ditaduras europeias e asiáticas em busca de visibilidade. Lula perdeu o time? Perdeu o “tato contado com a realidade”? O líder que já foi chamado de “o cara” por Baravk Obama hoje é desprezado pelas maiores democracias do mundo.
O que deveria ser liderança humanista se transformou em decisões que afastam aliados, fortalecem governos opressores e deixam o Brasil vulnerável. As escolhas equivocadas de um presidente que já foi referência internacional deixam marcas profundas — e o Brasil colhe as consequências.
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