
O Brasil sangra. O contribuinte paga caro. E a conta, como sempre, não fecha. Em vez de austeridade e zelo com o erário, o que se vê no governo Lula 3 é um festival de imoralidades com o uso da Força Aérea Brasileira (FAB). São ministros, parlamentares e até ministros do Supremo Tribunal Federal desfrutando do luxo de voar de jatinho executivo — tudo pago com o dinheiro do povo.
De janeiro a setembro de 2025, já foram 793 voos bancados pelo bolso do brasileiro. A conta é milionária, talvez bilionária, e cresce a cada decolagem. Só o ministro Fernando Haddad (Fazenda) já embarcou 87 vezes. O presidente da Câmara, Hugo Motta, usou 85. O presidente do STF, Luís Roberto Barroso, 82 vezes — mesmo sem ter direito à benesse. Isso é legal? Talvez. Mas é profundamente imoral.
O contraste com o passado recente é estarrecedor. No governo Jair Bolsonaro, havia rigor absoluto com o gasto público. Ministros foram exonerados por abusos, como o episódio do número dois da Casa Civil, demitido por usar avião da FAB em viagem à Índia. Bolsonaro classificou a conduta como “imoral” e não tolerou desvios. Era uma mensagem clara: dinheiro público não é para mordomia.
Agora, sob Lula, virou rotina. Virou regalia institucionalizada. O que deveria ser exceção transformou-se em show de desperdício. Não à toa, o rombo nas contas públicas só aumenta. O governo gasta como se não houvesse amanhã, mas cobra do povo cada centavo em impostos.
O que falta para Lula enxergar a imoralidade? Ou será que não pode cortar privilégios porque é refém de aliados e da casta do poder? O fato é que o Brasil assiste a um espetáculo deprimente: uma elite política e judicial voando nas asas da FAB enquanto a população se espreme no transporte público precário.
O brasileiro tem o direito de se indignar. A farra dos jatinhos é o símbolo mais cruel da falta de compromisso com a coisa pública. E prova que, no Brasil de hoje, a austeridade morreu e a imoralidade decolou.
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