
O negacionismo e a produção sistemática de desinformação se tornaram ferramentas de sobrevivência para os defensores do esquerdismo e da política econômica do governo Lula. O mais alarmante é que essa manipulação não vem apenas da militância desinformada, mas também de figuras graduadas e diplomadas, como a presidente do PT, Gleisi Hoffmann — envolvida na famosa lista de propinas da Odebrecht, onde era conhecida como “Amante” ou “Coxa”.
Seguindo o mesmo roteiro, outros petistas, como José Guimarães (CE) e Benedita da Silva (RJ), também se destacam na criação de narrativas falsas em gravação de vídeos nas redes. Os dois juntos disseram que o governo Lula teria reduzido a pobreza no país. O mais recente protagonista dessa fábrica de fake news é o deputado Lindbergh Farias, o “Lindinho” na lista de propinas da Odebrecht, que agora propaga dados distorcidos sobre as contas públicas para defender o governo Lula.
Em dezembro de 2024, Lindbergh comemorou no X (antigo Twitter) uma suposta queda de 80% no déficit das contas públicas. Para quem entende minimamente de economia, essa declaração soou mais como piada de mau gosto do que como dado confiável. Os números mencionados pelo deputado referiam-se exclusivamente ao déficit de novembro, ignorando o acumulado do ano e o aumento generalizado das despesas do governo federal.
A realidade é que o governo Lula continua gastando mais do que arrecada e, mesmo reduzindo o rombo em novembro na comparação com o ano anterior, segue aprofundando a crise fiscal do país. Segundo a Instituição Fiscal Independente (IFI) do Senado, a dívida pública deve atingir 80% do PIB com o computo de todos os gastos de 2024 - reflexo direto da gastança descontrolada.
A postura de Lindbergh e seus colegas expõe o cinismo do discurso petista contra fake news. Enquanto atacam adversários políticos por suposta disseminação de desinformação, criam sua própria bolha de mentiras para confundir a opinião pública.
O uso político de dados manipulados não só engana a população, mas também sustenta uma política econômica irresponsável que compromete o futuro do país. Diante disso, fica a pergunta: por que a militância petista insiste em defender o indefensável? Talvez porque, para eles, a verdade seja apenas um detalhe inconveniente em meio à luta pelo poder.
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