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Política AVALIAÇÃO

Dr. Pessoa foi o 2º pior prefeito do Brasil; Ranking expõe crise na gestão pública em capitais

Pesquisa revela baixa aprovação em Teresina e Belém, enquanto outras capitais celebram líderes bem avaliados

02/01/2025 às 10h08 Atualizada em 02/01/2025 às 12h06
Por: Douglas Ferreira
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Dr. Pessoa perdeu a reeleição e foi avaliado como segundo pior prefeito do país - Foto: Reprodução
Dr. Pessoa perdeu a reeleição e foi avaliado como segundo pior prefeito do país - Foto: Reprodução

O prefeito de Teresina, José Pessoa Leal, conhecido como Dr. Pessoa (Republicanos), concluiu seu mandato acumulando mais um dado negativo para sua administração. De acordo com uma pesquisa realizada pela AtlasIntel, ele foi avaliado como o segundo pior prefeito entre as capitais brasileiras.

Desempenho questionável

Dr. Pessoa registrou apenas 9% de aprovação dos eleitores teresinenses, enquanto 85% desaprovam sua gestão. Entre os fatores que pesaram negativamente estão os problemas crônicos no transporte público, deficiências no atendimento à saúde nas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) e a falta de investimentos estruturais.

O pior gestor do Brasil

Apesar do baixo índice de aprovação de Dr. Pessoa, ele não lidera o ranking negativo. O título de pior prefeito do Brasil ficou com Edmílson Rodrigues (PSOL), de Belém do Pará. Rodrigues obteve só 6% de aprovação e um impressionante índice de desaprovação de 88%. Detalhe: Belém era a única prefeitura do psolista em todo o Brasil. 

Os melhores prefeitos do país

No extremo oposto, os prefeitos mais bem avaliados do Brasil foram João Campos (PSB), de Recife, com 81% de aprovação; Arthur Henrique Machado (MDB), de Boa Vista, com 80%; e David Almeida (Avante), de Manaus, que também recebeu alta aprovação.

Impacto político e eleitoral

Com a proximidade das eleições municipais de 2024, os resultados dessa pesquisa apontam desafios consideráveis para os prefeitos mal avaliados. Para Dr. Pessoa e Edmilson Rodrigues que não conseguiram a reeleição, o futuro político parece incerto, dado o desgaste de suas gestões e o crescente descontentamento popular com ambos.

Conclusão

Enquanto alguns gestores são vistos como exemplos de eficiência e compromisso com a população, outros mesmo reeleitos entram em 2024 sob intensa pressão e enfrentando duras crítica em suas administrações. Resta saber se serão capazes de reverter a situação ou se serão lembrados como símbolos de gestões fracassadas.

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