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Polícia VIOLÊNCIA URBANA

A queima roupa: Dono de lava jato é executado na frente da família

Crime ocorreu diante da esposa e das filhas de Antônio José; polícia investiga motivação e dinâmica da execução

13/12/2024 às 16h19 Atualizada em 13/12/2024 às 19h10
Por: Douglas Ferreira
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Executado no ambiente de trabalho na frente da família - Foto: Reprodução
Executado no ambiente de trabalho na frente da família - Foto: Reprodução

Uma tarde comum no bairro Morro da Esperança, na Zona Norte de Teresina, foi tragicamente interrompida por um crime brutal. Antônio José, conhecido como "Maguim", dono de um lava-jato, foi assassinado a tiros dentro de seu estabelecimento. A violência aconteceu na presença de sua esposa e das duas filhas, meninas de aproximadamente 10 e 12 anos.

O ataque foi direto e planejado. Dois homens em uma motocicleta chegaram ao local e pediram à esposa de Antônio que o chamasse. Assim que ele apareceu, foi alvejado com três a cinco disparos no tórax e abdômen. Os criminosos fugiram rapidamente na moto, deixando o homem sem chances de socorro. Maguim morreu antes da chegada da ambulância do Samu.

Antonio José, o Maguim, morreu antes mesmo da chegada da ambulância do Sumu chegar - Foto: Reprodução

Polícia investiga crime com características de execução

O caso, agora nas mãos do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), está sendo tratado como uma possível execução. Porém, a motivação permanece um mistério.

"A companheira afirmou que ele não estava sendo ameaçado e que era uma pessoa sem conflitos conhecidos", explicou a delegada Nathália Figueiredo, que lidera as investigações. A polícia busca identificar os autores e compreender as razões por trás da morte de Antônio, conhecido por sua vida simples e dedicada ao trabalho.

Comunidade em choque

Há mais de uma década, Antônio comandava o lava-jato com a ajuda da família, ganhando a vida de forma honesta. A tragédia deixou não apenas sua família devastada, mas também os moradores do bairro, que agora convivem com o medo e a incerteza sobre o que motivou tamanha brutalidade.

O crime reacende preocupações sobre a violência na região e a busca por respostas rápidas e eficazes das autoridades. Enquanto isso, a pergunta permanece no ar: quem queria Maguim morto, e por quê?

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