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Caso das irmãs Jocinéia e Francinete: Polícia já identificou seis suspeitos pelo duplo homicídio brutal

Investigação do DHPP avança com identificação de seis suspeitos, enquanto sociedade busca respostas sobre a motivação e autoria do crime

25/11/2024 às 10h26
Por: Douglas Ferreira
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As irmãs foram torturadas, mortas e enterradas em cova rasa - Foto: Reprodução
As irmãs foram torturadas, mortas e enterradas em cova rasa - Foto: Reprodução

A sociedade piauiense segue atenta ao desenrolar das investigações sobre o brutal assassinato das irmãs Jocinéia Dias da Silva, de 23 anos, e Francinete Pereira da Silva Neta, de 24 anos, encontradas enterradas em uma cova rasa na região da Santa Maria da Codipi, zona Norte de Teresina.

Avanços nas investigações

Conforme informações do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), as investigações, lideradas pelo delegado Genival Vilela e acompanhadas pelo diretor do departamento, delegado Barêtta, já identificaram seis pessoas diretamente envolvidas nas mortes. Entre os acusados, estão quatro homens e duas mulheres, todos com participação definida no sequestro, tortura, homicídio e ocultação dos corpos das vítimas.

De acordo com o delegado Barêtta, a identificação dos suspeitos foi baseada em um trabalho de investigação intensivo, que reuniu provas robustas e convincentes. “Construímos um lastro probatório que demonstra a participação ativa de cada envolvido. As provas são claras e permitirão a responsabilização dos autores materiais, coautores e partícipes pelos crimes de homicídio qualificado e tortura”, explicou.

Dinâmica do caso

As irmãs desapareceram no início do dia 15 de novembro, o que levou à atuação imediata da Delegacia de Desaparecidos. No mesmo dia, os corpos foram localizados, mas devido à complexidade do local, foi necessário o auxílio do Corpo de Bombeiros para a remoção, concluída em 16 de novembro.

Segundo o delegado Barêtta, o crime foi premeditado e contou com uma cadeia de ações que envolveu o sequestro, tortura e assassinato das vítimas. Ainda não foi esclarecido o motivo exato dos homicídios, o que levanta questionamentos:

  • Qual foi a motivação real para o crime?
  • As vítimas tinham ligação com alguma facção ou foram alvo por associações indiretas?

O que se sabe é que as duas irmãs são companheiras de dois faccionados de uma organização criminosa diversa dos supostos assassinos. 

Próximos passos

As investigações seguem intensificadas, com a possibilidade de identificação de novos envolvidos. O DHPP está representando junto ao Judiciário pelas medidas cautelares necessárias para a prisão dos suspeitos, que serão apresentados assim que capturados.

O caso segue como um lembrete da violência que afeta a sociedade e da importância de uma resposta ágil e efetiva das autoridades para garantir justiça às vítimas e seus familiares.

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