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Piauí ORÇAMENTO 2025

ALEPI analisa orçamento de R$ 23 bilhões para 2025

Investimentos em saúde, educação e segurança são prioridades do governo estadual

11/10/2024 às 11h02 Atualizada em 12/10/2024 às 10h51
Por: Wagner Albuquerque
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Foto: Reprodução
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Os deputados do Piauí iniciaram a análise do projeto de Lei Orçamentária Anual (LOA) do governo do estado, que estima uma receita de R$ 23 bilhões e fixa as despesas para o ano de 2025. O texto foi protocolado na Assembleia Legislativa na última terça-feira (8) e prevê um aporte de R$ 3,3 bilhões em investimentos nas principais áreas da administração pública estadual.

O projeto estima que a receita total do estado em 2025 será de R$ 28,4 bilhões. No entanto, após deduções obrigatórias, como as contribuições ao Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb) e as transferências constitucionais aos municípios, o valor disponível para o orçamento cai para R$ 23,1 bilhões. Desse montante, R$ 10 bilhões serão destinados ao pagamento da folha de servidores estaduais.

Além disso, o documento detalha o orçamento destinado aos três poderes estaduais, Ministério Público, Defensoria Pública, fundos e órgãos da administração direta e indireta, bem como para empresas estatais dependentes. A proposta busca equilibrar os recursos entre as áreas prioritárias da gestão estadual.

Um dos principais desafios apontados no projeto, segundo o governador Rafael Fonteles, será a redução da pobreza no estado. “O principal desafio do Governo é superar as desigualdades sociais e econômicas do Estado, promovendo um crescimento inclusivo que distribua riquezas e reduza significativamente a população em situação de pobreza”, destacou o governador no texto da LOA.

Para 2025, o governo também propôs a tarifa zero para o Metrô de Teresina, com novos investimentos na infraestrutura ferroviária, além de melhorias em áreas como saúde, educação e segurança pública. O orçamento inclui a modernização da saúde com R$ 3 bilhões, a universalização do ensino em tempo integral com R$ 2,9 bilhões e o reforço da segurança pública com R$ 2,1 bilhões, priorizando a ampliação do efetivo policial.

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