
O que é mesmo matemática pura e matemática aplicada? A matemática pura estuda conceitos e teorias abstratas por si mesmos, motivada pela curiosidade científica e pela lógica. A matemática aplicada utiliza ferramentas matemáticas para resolver problemas práticos do mundo real em áreas como engenharia, economia e ciência de dados. A matemática pura foca na estrutura, na lógica e no desenvolvimento de teorias, sem a preocupação imediata com utilidades práticas. Estuda conceitos abstratos.
Moço, que introito é este? A questão de Donald J. Trump é pura matemática. Não tem outra saída. Precisa do mercado brasileiro e de mãos confiáveis. E o mercado comercial brasileiro faz diferença. E existem outros tipos de mercados? Lógico que existem. A América Latina inteira, em mãos seguras, é a única garantia de contrabalançar os mercados perdidos. E quais? Os da África, por exemplo. Vocês pensam que essa questão geopolítica global é brincadeira?
Vejam só o que diz o Estadão no dia de hoje, com a publicação da revista The Economist: "A China está adquirindo conhecimentos militares da Rússia que deveriam preocupar o Ocidente. Pequim parece estar recebendo treinamento, inteligência e tecnologia militar avançada de Moscou, o que poderia lhe dar uma vantagem em uma futura guerra por Taiwan, inclinando a balança de poder para o extremo oposto da Eurásia."
E diz mais a matéria da The Economist: "A China demonstrou suas ambições nucleares em 6 de julho, quando, pela primeira vez, um de seus submarinos realizou um teste de lançamento de um míssil balístico intercontinental. No mesmo dia, a China mostrou a evolução de seus laços militares com a Rússia ao iniciar exercícios navais conjuntos que incorporaram operações com submarinos, antissubmarinos e drones, bem como defesa aérea e antimísseis. Juntamente com oito navios de superfície e dois submarinos, os exercícios com munição real, na costa leste da China, envolveram drones navais e aéreos. Os exercícios previam um 'cenário de combate a sistemas não tripulados', afirmou o contra-almirante Sergei Sinko, líder do contingente russo."
Esses foram os primeiros exercícios navais conjuntos da China e da Rússia com foco na guerra de drones e no combate a drones. A China tem se mostrado especialmente interessada em aprender com as experiências da Marinha russa — na maioria ruins, mas melhores recentemente — no combate aos drones navais ucranianos no Mar Negro. Esta também foi apenas a segunda vez, e o segundo ano consecutivo, em que os exercícios incluíram um submarino russo e um chinês. Zhang Junshe, um oficial aposentado da Marinha chinesa, afirmou que a participação de um dos mais novos submarinos diesel-elétricos da Rússia, extremamente silenciosos quando operam com baterias, ajudaria a China a praticar a caça a submarinos. A China também utilizou um de seus mais novos submarinos diesel-elétricos de fabricação nacional.
Os exercícios foram seguidos pela sétima patrulha marítima conjunta das duas marinhas no Pacífico, nos últimos seis anos. É improvável que a Rússia intervenha diretamente em uma guerra envolvendo Taiwan, assim como a China não o fez na Ucrânia. Seus laços de defesa estão bem aquém de um tratado de defesa mútua. Mas os exercícios e as patrulhas conjuntas proporcionam à China oportunidades raras de aprender com as forças russas, experientes em combate. Além disso, "a China agora pode pedir coisas à Rússia que a Rússia não pode pedir à China", afirma Lyle Goldstein, da Universidade Brown.
Moço, mas o que isso tem a ver com a questão comercial entre Brasil e Estados Unidos? Se, por algum motivo (pois isso dificilmente acontecerá), o sistema atual sair vitorioso, pronto: a China definitivamente fará com o Brasil o que fez com todo o continente africano! Aos United States of America só resta o envolvimento por completo nas questões brasileiras para ter um parceiro confiável. É uma questão de lógica. É matemática!
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