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Comando Geral se manifesta sobre a participação de PMs na Operação Jogo Sujo II

Cabo Jairo e sargento Mota são alvos de mandados de busca e apreensão, levantando suspeitas sobre o envolvimento de membros da corporação em esquemas de jogos ilegais.

10/10/2024 às 08h05 Atualizada em 10/10/2024 às 09h24
Por: Redação
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Comando Geral acompanha de perto as investigações - Foto: Reprodução
Comando Geral acompanha de perto as investigações - Foto: Reprodução

A recente Operação Jogo Sujo II, que investiga a participação de influenciadores e outros envolvidos em atividades ilegais de jogos eletrônicos no Piauí, também colocou dois membros da Polícia Militar do Estado sob investigação: o cabo Jairo e o sargento Mota. Ambos foram alvos de mandados de busca e apreensão, e o cabo Jairo chegou a ser preso em flagrante após a descoberta de um celular roubado em sua posse. Apesar disso, ele foi liberado após assinar um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO), o que gerou questionamentos sobre seu envolvimento.

O Comando Geral da Polícia Militar do Piauí (PMPI) se manifestou em comunicado oficial, destacando que a Corregedoria da PMPI está monitorando de perto a situação e assegurando a transparência no processo investigativo. O documento ressalta que a operação contou com o apoio da própria Polícia Militar e que todas as ações envolvendo os policiais estão sendo conduzidas de forma legal e transparente.

A PMPI enfatizou seu compromisso com a ética e o cumprimento das leis, reafirmando que qualquer conduta irregular por parte de seus membros será devidamente apurada. A presença de dois militares entre os investigados levanta preocupações sobre a extensão do envolvimento de agentes de segurança pública em atividades criminosas, especialmente no que diz respeito à facilitação e participação em esquemas de jogos ilegais, lavagem de dinheiro e outras atividades ilícitas.

O cabo Jairo e o sargento Mota são investigados por supostamente utilizarem sua posição na corporação para facilitar o esquema de jogos ilegais. O caso reforça a importância da Corregedoria na fiscalização das atividades internas da polícia, buscando manter a integridade da instituição e garantir que ações ilícitas não sejam toleradas.

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