
O senador Flávio Bolsonaro afirmou nesta terça-feira que pediu ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que avalie classificar o PCC e o Comando Vermelho como organizações terroristas. A declaração foi dada após reunião realizada na Casa Branca, em Washington, onde o parlamentar brasileiro discutiu temas ligados à segurança pública, relações internacionais e economia.
Segundo Flávio, o encontro durou cerca de uma hora e quarenta minutos e contou também com a presença do ex-deputado Eduardo Bolsonaro e do jornalista Paulo Figueiredo. O senador afirmou que Trump sinalizou que irá analisar o pedido envolvendo as facções criminosas brasileiras. Durante a conversa, Flávio também disse ter apresentado propostas de cooperação entre Brasil e Estados Unidos na área da segurança e defesa.
O pré-candidato à Presidência aproveitou a visita para fazer críticas ao governo do presidente Lula. Segundo ele, o atual governo mantém aproximação com países ligados a regimes autoritários e adota uma política externa ideológica. Flávio afirmou ainda que, caso seja eleito em 2027, pretende aproximar o Brasil dos Estados Unidos e integrar o país ao chamado “Escudo das Américas”, iniciativa criada pela Casa Branca para cooperação regional em segurança.
Durante a coletiva, o senador também falou sobre investimentos em terras raras, acordos comerciais e criticou investigações envolvendo aliados da direita. Flávio negou qualquer crise em sua pré candidatura e afirmou que sua campanha representa “a única alternativa” ao atual governo. Ao fim do encontro, ele disse ter recebido de Trump uma moeda simbólica das Forças Armadas americanas, gesto que classificou como sinal de respeito e confiança entre aliados.
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