
Já ouviram esta expressão? O medo costuma cercar principalmente os que possuem algo a perder e são apegados à vida fácil e confortável. Já presenciaram alguém experiente pronunciar esta frase? O poder de uma caneta quebrada e quase sem tinta começou a assustar e impressionar? Alguns analistas chegam a dizer que isto aqui pode se tornar “pior até mesmo do que a Venezuela”. Será que não estão percebendo o mesmo método adotado? Até para uma pessoa que quase não lê e não tem a mínima visão de conjuntura isso fica perceptível. Isso não é bom. Existem pessoas que não suportarão o mais do mesmo; serão capazes até de “enlouquecer”? Não há outra explicação. É o poder da caneta entrando em ação, mesmo que tenha pouquíssima tinta. O medo está transformando este país em uma casa da “mãe Joana”? E isso tem explicação lógica. Instituições e homens de poder não gostam de se arriscar e, quando tendem a fazer isso, geralmente é de forma lenta, gradual e em grupos. Explicação: estão fazendo de tudo para angariar apoio político!
O poder da caneta? O aparelhamento estatal está funcionando? A pressão começa a vir de todos os lados. E quem está no centro e sempre é o pêndulo definidor de todas as eleições começa a ficar pensativo. Pode ser que sim, mas também pode ser que não. O externo é sempre diferente do interno. Uma pessoa de sã consciência é capaz de acreditar na palavra de um jesuíta? Então, nobres leitores, nada pode ser o que parece. Estão apenas dando “corda ao velho maluco”? É esta expressão que os bastidores de Brasília andam clamando aos quatro ventos. O ruim do mais do mesmo é que os passos já são conhecidos e já se percebe como ludibriar e enganar de forma muito sutil. Depois da rejeição do “Bessias”, como costumeiramente se refere o honesto jornalista Augusto Nunes, 2026 é completamente diferente de 2022. Estão apenas de tocaia, esperando os novos fatos e acontecimentos. Tem um banco ou mais alguns bancos para serem salvos? Há “concessões” a serem ganhas ainda este ano? Está todo mundo esperando “lucrar um pouco mais” antes dos verdadeiros fatos e acontecimentos. É a “derrota já prevista”?
Com 54 anos de idade, aprendemos algo muito peculiar nos poderes: nem tudo que aparenta ser é o que realmente é. Um ser humano, para vivenciar o dia a dia dos poderes, precisa de três elementos essenciais: fé, ser liso mais que sabão e andar sempre pisando em casca de ovo. O mínimo passo em falso leva ao fracasso e ao desânimo crescente. E a idade ajuda nas tomadas de decisão. Tem gente já dizendo que muita gente mordeu a isca. Que isca? A jovialidade possibilita mobilidade e passos à frente do adversário no tabuleiro. Brasília (e quem realmente manda no país) já desconfia que a cartada do vazamento pode ter saído de onde menos esperavam. Moço, um homem com dois registros de OAB (Rio de Janeiro e Brasília), advogado exímio e conciliador, não sabia de algo que poderia um dia vazar? E quem fez a festa perante tudo isso? Quem, antes de se definir, barganha, lucra e escolhe o lado certo na hora certa. O centro dos poderes?
O poder da caneta? Será que ainda tem tinta suficiente? Parece estar surtindo efeito apenas nas nuvens (onde o único caminho é o dinheiro fácil). E quem mais precisa de dinheiro fácil? Não é a velha mídia e “os velhos e tradicionais institutos de pesquisa que apenas mudaram de nomes”? Augusto Nunes, da altura dos seus quase 80 anos ou mais, não ficaria do lado incerto da história. Todos possuem seu lado e, como se diz nos States (Estados Unidos da América), os honestos não possuem a desfaçatez de não os expor. Quem não sabe o posicionamento do The New York Times? Não seria melhor a velha mídia brasileira dizer qual o seu candidato preferido nas eleições de 2026? Para quem tem sã consciência e sabedoria, isso está ficando cada vez mais visível. Mas tem o outro lado: quem ainda “lê, escuta ou dá ouvidos” à velha mídia? O povo está nos portais e celulares!
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