
Como diz o ditado, cobra que não anda não engole sapo. E política é exatamente isso, quem quer chegar precisa gastar sola de sapato, poeira e saliva. O pré-candidato Joel Rodrigues sabe muito bem onde está pisando. Não está parado, não está esperando, não está assistindo o jogo de camarote. Está no campo, no corpo a corpo, no calor do povo.
E tem mais um detalhe que todo mundo conhece: o bom de ser oposição é justamente isso, é poder andar leve, sem amarra, sem protocolo engessado. É chegar, sentar, conversar, ouvir e sair sem aquela burocracia toda. Joel entendeu o recado.
E ele vai do jeito que o povo gosta. Chega perto, abraça, aperta a mão, tira selfie, dá aquele tapinha nas costas, senta na mesa como quem é de casa. Não tem frescura. É olho no olho. É conversa direta. É presença.
E não é uma vez ou outra, não. É toda semana, toda hora, todo canto.
Na véspera de feriado, por exemplo, estava lá em Santa Rosa do Piauí. Enquanto muita gente já estava pensando em descanso, ele estava no meio do povo, participando das comemorações dos 34 anos de emancipação política do município.
E o que se viu foi aquilo que não se ensaia: recepção calorosa. Gente querendo chegar perto, falar, pedir, registrar, acreditar. Porque, no fundo, o povo sempre carrega uma esperança guardada.
Joel circulou por tudo. Evento cívico, esporte, religião, festa em praça pública. Onde tinha gente, ele estava. E não ficou só passando, não. Parou, ouviu, conversou, absorveu.
Como ele mesmo disse, era um povo alegre, cheio de esperança, aproveitando a festa para falar do futuro, para dizer o que quer, o que precisa.
E a estrada continua.
Desde que colocou o nome na disputa, praticamente não parou. É agenda atrás de agenda, cidade atrás de cidade.
No Dia do Trabalho, já tem compromisso em José de Freitas. E não para por aí. Landri Sales, São Francisco do Piauí, Santa Cruz dos Milagres, Curralinhos… o roteiro é longo e o ritmo é acelerado.
Porque, no fim das contas, política é igual feira: quem chega cedo, fala mais alto e aparece mais, sai na frente.
E Joel, pelo visto, não está disposto a ficar para trás.











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