
O ex-presidente Jair Bolsonaro deixou o hospital nesta sexta-feira (26) e passou a cumprir prisão domiciliar após decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal. A medida foi autorizada por razões médicas, depois que Bolsonaro foi diagnosticado com broncopneumonia e precisou de internação em Brasília.
Com a alta, o ex-presidente colocou tornozeleira eletrônica pela manhã e seguiu para sua residência, onde ficará inicialmente por 90 dias. O prazo poderá ser reavaliado pelo STF ao fim do período, conforme a evolução do quadro de saúde. A decisão teve respaldo da Procuradoria-Geral da República, que apontou a necessidade de acompanhamento constante em ambiente familiar.
Apesar de deixar o regime fechado, Bolsonaro seguirá sob monitoramento rigoroso. Ele só poderá sair de casa para atendimento médico autorizado, deverá enviar relatórios semanais de saúde ao Supremo e terá comunicação restrita, sem uso de celular, redes sociais ou contato externo sem autorização. Também estão proibidas manifestações ou aglomerações próximas à sua residência.
O descumprimento de qualquer uma das regras pode levar à revogação imediata da domiciliar e ao retorno ao regime fechado. A decisão ocorre em meio a um cenário político sensível e reforça o acompanhamento direto do STF sobre a situação do ex-presidente durante o período de recuperação.
QUEM QUIS SER? Poderoso Chefão?
VERDADE BROTANDO? Jogo bruto e sujo?
BRASIL Brasil realiza leilões de petróleo com foco no pré-sal e oferta mais de 300 blocos Mín. 23° Máx. 39°