
Ao analisar os dados recentes da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico, fica evidente que a economia global não vai crescer como poderia. E, na minha leitura, isso não é apenas consequência de fatores econômicos ou técnicos. Infelizmente, é resultado direto de escolhas humanas, especialmente de regimes que insistem em se manter no poder a qualquer custo.
O caso mais recente envolve o Irã, cujo modelo político, marcado por um sistema teocrático, ajuda a alimentar tensões que impactam o mundo inteiro. Mas esse não é um fenômeno isolado. Basta olhar para exemplos como Cuba, Coreia do Norte e Rússia, onde estruturas de poder centralizadas e pouco abertas acabam gerando instabilidade, conflitos e consequências econômicas globais.
O impacto é claro: energia mais cara, inflação mais alta e crescimento menor. O mundo até tenta avançar, impulsionado por tecnologia e investimentos, mas acaba sendo freado por disputas políticas e decisões concentradas em poucos. Quando o poder se torna mais importante que o bem-estar coletivo, o resultado inevitável é atraso, não só local, mas global.
Há também um debate mais amplo que não pode ser ignorado. Nesses regimes, há restrições severas a liberdades individuais, incluindo direitos de minorias e da comunidade LGBTQ+. Isso levanta questionamentos importantes sobre valores, coerência e até mesmo sobre como o Ocidente se posiciona diante dessas realidades. No fim, o que vemos é um mundo que poderia crescer mais, mas que segue limitado por conflitos e modelos de poder que resistem a mudanças.
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