Brasília em polvorosa. Corre, “a boca pequena”, o seguinte estratagema. Vixe Maria. O que é mesmo isto? Estratagema significa um plano ou manobra astuta, um ardil, subterfúgio ou truque usado para enganar, surpreender ou obter vantagem sobre um adversário, com origem nas táticas militares, mas aplicado a situações cotidianas, políticas ou de negócios, sendo sinônimo de artimanha, cilada ou artifício para atingir um objetivo específico.
Qual seria o plano “estruturado”? Retirar um e colocar dois. O primeiro da lista que, até o momento, não votaram sua apreciação; e o segundo, aquele queridinho de todos, na Casa Alta. Seria “matar dois coelhos com uma cajadada só”? Mas o retirado não irá simplesmente se rebelar e sair “atirando em tudo e em todos”? É bom não duvidar do planejado. Na política brasileira, tudo pode acontecer. Não é à toa que eles aproveitam qualquer ocasião para montar estratégias, mesmo sem a concordância de todos. Muita gente acredita que isso irá, ainda mais, piorar a situação! O melhor mesmo é aguardar. Muita coisa está acontecendo, e o medo é de tudo isso repercutir nas eleições de 2026.
Teoria da conspiração? Vale a pena explicar o que de fato significa essa expressão. Uma teoria da conspiração é uma narrativa que tenta explicar eventos importantes como resultado de planos secretos de grupos poderosos e mal-intencionados, em vez de causas naturais ou aleatórias. Elas frequentemente envolvem governos ou elites ocultas. Teoria ou não da conspiração, muita gente está achando tudo isso uma jogada de mestre. Mas dará ou não certo? Outra corrente, lúcida e realista, acredita que ninguém será afastado ou obrigado a aposentar-se. Os que creem nisso ainda não perceberam que o Brasil não é mais o mesmo depois da internet? Certo mesmo é que a situação está ficando insustentável! Mas de onde virá a elucidação desse caso nacional, em destaque até mesmo na velha mídia? Dos envolvidos é que não será, analisam muitos comentaristas independentes. Se não acontecer o afastamento e, ainda assim, ocorrer o que muitos chamam de teoria conspiratória, o caso vai ganhar ainda mais relevância? Os bastidores de Brasília chegam a dizer que não há nada que contenha esse caso. A situação é alarmante!
O programa Oeste Sem Filtro, por meio de seus comentaristas, continua dizendo diariamente que ninguém aguenta mais a instrumentalização política de um dos maiores pilares da República. O descrédito está começando a tomar conta do país. E dizem mais: devido ao envolvimento da maioria das instituições, a elucidação total do escândalo em voga somente virá por meio do envolvimento direto e investigativo da banda boa da imprensa. Ninguém pode cessar o noticiário até que todos os envolvidos sejam devidamente punidos. Sonho? Algo fora da realidade? Desta vez não terminará em pizza? Pesa o fato de todos, na contemporaneidade, terem acesso a celulares. As informações vão continuar “vazando”, por mais que tentem contê-las. É século XXI. O escândalo de um banco atingiu todas as classes sociais, e não há quem não esteja “vendo”!
Teoria da conspiração? O estratagema de colocar, de uma vez só, dois ministros na mais alta corte do país contempla tudo e todos (que fazem os poderes acontecerem)? A pergunta que passará a figurar na maioria das redações será: tudo continuará como antes ou posturas serão modificadas? Certo mesmo é que, dia e noite, todos os envolvidos estão a procurar uma solução que agrade à sociedade, contenha mais uma vez o clamor popular e, consequentemente, o próprio governo ou governos envolvidos. E tem mais: o carnaval chegou, e o assunto virá à tona somente depois da Semana Santa? Eis a realidade?