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Quando dezembro de 2025 findar?

As máscaras cairão de vez? E já por volta de janeiro ou, no máximo, março, quem fica do lado e todas as vezes ganham as eleições virão com força e realmente apresentarão seu pré-candidato? Política é algo muito sério, e seus bastidores, mais ainda. E o que é mais valioso do que tudo isso? Os bastidores dos poderes e suas informações, que não fluem em todo e qualquer lugar.

13/12/2025 às 15h12 Atualizada em 13/12/2025 às 15h23
Por: Josenildo Melo
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Foto: depositphotos
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Quando dezembro findar?

Ainda se acharão por cima da “carne seca”? Tá percebendo como as manchetes cessaram momentaneamente? O que realmente vai acontecer daqui pra frente? Donald J. Trump descarta Jair Messias Bolsonaro de forma “brilhante” como estarão a dizer daqui pra frente? Tem algo diferenciado no ar. Tá vendo como não é bom tirar conclusões precipitadas? Fontes fidedignas e internacionais afirmam sem reservas que é apenas um recuo momentâneo e que o “ofertador de milagres” perceberá isso como mais uma vitória. Afinal de contas, nos bastidores, este ofertador não é conhecido por acreditar que “por dinheiro ou formas que trazem dinheiro” move tudo e a todos? Os Estados Unidos da América têm, em meados de junho e julho, alguns episódios que mexem com a autoestima americana. Mas, depois disso, o que acontecerá? Muitos analisam que os recados de que alguém fora do eixo Lula-Bolsonaro é o ideal para um novo Brasil e alinhado aos Estados Unidos.

Quando dezembro findar, as máscaras cairão de vez? E já por volta de janeiro ou, no máximo, março, quem fica do lado e todas as vezes ganham as eleições virão com força e realmente apresentarão seu pré-candidato? Política é algo muito sério, e seus bastidores, mais ainda. E o que é mais valioso do que tudo isso? Os bastidores dos poderes e suas informações, que não fluem em todo e qualquer lugar. Os Estados Unidos da América estão apenas inflando egos que gostam de se sentir vitoriosos. O contexto definitório e as cartadas definitivas somente virão por volta de agosto ou setembro de 2026. É assim que os governantes norte-americanos costumam agir e reagir. Afinal, pra que servem as “embaixadas americanas por todo o mundo”? Sem falar nos seus inúmeros agentes ou “agentes” espalhados por todo o globo terrestre. E o que mais os americanos detestam? Governança absoluta e sem limites. Não toleram mais que dois mandatos em seu próprio país; tolerarão em “outros países”? Muita coisa está por acontecer. Muita “água ainda vai rolar” por debaixo das “pontes”. A novidade não seria a espera do pré-candidato ideal para os Estados Unidos da América e que “as novas pontes políticas” apresentem o nome?

Quando dezembro de 2025 findar, o clima já estará propício para novas articulações. Muitos tendem a dizer que o jornalismo é algo instantâneo, e isso não é uma mentira, mas a verdade publicada somente normalmente vem à tona muitos dias depois da ocorrência do fato. Eis o que vai começar a acontecer depois de um dia de revogações inimagináveis. Quem foi um dos primeiros a se pronunciar de forma muito prudente sobre as revogações de uma lei “essencialmente norte-americana”? Acertou quem disse que foi o senador diplomático e prudente. Todo sábio e sabedor de “coisas que outros não costumam saber em primeira mão” postaram juízo e completo entendimento do que realmente está acontecendo. Quem “possui traços ditatoriais públicos e notórios e acredita piamente que o dinheiro é maior do que Deus” jamais terá o apoio incondicional de uma nação conhecida por prezar as liberdades e crenças. Será “uma cortina internacional” que revelou instantaneamente quem está profundamente irmanado e “de fato é refém”?

Rapaz! Essa turma do Donald J. Trump de bobo não tem nem os sorrisos. E quem não é versado no conhecimento e boas leituras caiu de cabeça, acreditando sem ao menos refletir? Acabou, já era. Não tem dinheiro no mundo que provoque uma vitória em 2026. São os sinais de que o que se imaginou como o maior império do mundo, e não apenas da América Latina, ruiu. Está realmente desmoronando, e não há nada que evite a derrocada final da pior forma possível. É o que dá não acreditar em pessoas idôneas e íntegras. Preparar um sucessor é a atitude sábia e prudente de qualquer grande e nobre líder! A concentração de poderes é a pior das características esperadas de um POLÍTICO.

Quando dezembro findar e o carnaval passar, a “clareza real” virá da forma mais triste e cruel. Afinal, aqui tudo é vaidade, por mais que se trame diariamente e PERMANENTEMENTE. E Jesus Cristo, Deus, não se mete em política, pois ambos os lados lhe rogaram diariamente por algo. Agora, a soberania de Deus, essa é incomparável; Ele, sim, é o SENHOR de tudo! Nenhum poder jamais se tornou eterno. Tudo cessa, tudo acaba e geralmente de forma "trágica"!

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Sobre Josenildo Nascimento Melo é jornalista, estudou direito, é Bacharel em Serviço Social pelo ICF - Instituto Camillo Filho. É também licenciado em Filosofia pelo ICESPI - Instituto Católico de Estudos Superiores do Piauí.
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