
Por Josenildo Melo
Quem nos separará?
Do amor de Cristo? NINGUÉM. O apóstolo Paulo afirma isso categoricamente. Agora, confiar plenamente em homens é algo extremamente perigoso. Isso quer dizer que não devemos confiar? Não. Até mesmo porque as boas relações sociais exigem confiança e respeito mútuos.
Qual o motivo de escrever sobre isso? A capa da revista Crusoé traz, nesta semana, a seguinte manchete: A grande família Bolsonaro – prisão do ex-presidente expõe disputa interna no bolsonarismo e tumultua organização eleitoral da direita para 2026. Será que realmente tudo isso está acontecendo? Fontes fidedignas internacionais — mais especificamente dos Estados Unidos da América — revelam, em off, que um grande empresário doou 5.000.000 (cinco milhões de dólares) à campanha de Donald J. Trump.
Foi a maior doação individual a uma campanha presidencial na história dos EUA? Certo mesmo é que foi uma das maiores. Será que tudo isso está mexendo com a cabeça de Trump?
Quem nos separará do amor de Cristo Jesus, Deus? NINGUÉM. Isso é bíblico. Está na Sagrada Escritura.
Movimentações de bastidores e pessoas honestas e dignas “relatam em off” que Donald J. Trump pode estar “soltando as mãos da família Bolsonaro”. Você acredita nisso? Certo mesmo é não duvidar! E isso não seria nenhuma traição. Presidentes dos Estados Unidos — e, de modo especial, presidentes do Partido Republicano — costumam colocar, em primeiro lugar, os interesses norte-americanos.
O erro não seria confiar demasiadamente em algo externo e não tentar resolver seus próprios problemas? O principal interesse dos EUA, neste momento, é libertar seu povo “da opressão do narcotráfico internacional”. E, para isso, tudo é possível? Sabiamente, o governo da República Federativa do Brasil — por que não? — poderia aproveitar o momento.
Mas como se aproximar se os dois (Lula e Trump) são como água e óleo?
Bastidores do poder “comentam a boca pequena” que a melhor forma de aproximação seria chamar o empresário que fez a maior doação individual a um candidato que, posteriormente, se tornou presidente dos EUA. Em suma, articulações foram postas. Resta esperar para ver se deu tudo certo.
Quem nos separará do amor de Cristo? NINGUÉM. A Sagrada Escritura é inerrante e completamente confiável.
Agora, a separação da família Bolsonaro e Donald J. Trump está prestes a acontecer?
Não dizem que política é a arte do possível?
O que Trump estaria lucrando com um apoio irrestrito à família Bolsonaro? Fontes internacionais também afirmam que, no momento em que faltou carne na Venezuela — e o preço da carne bovina aumentou nos Estados Unidos — quem foi capaz de evitar, respectivamente, o desabastecimento e, consequentemente, o aumento excessivo dos preços no mercado norte-americano? Precisa nomear quem fez isso? Todos sabem quem atuou de forma sistemática e política.
“Maldito o homem que confia em outros homens”?
É o jogo da política!
Há também outros fatores comentados diariamente nos bastidores do poder em Brasília. O fato de as elites brasileiras não estarem interessadas em deter “o censor brasileiro”. Ninguém, de fato, se manifestou quanto a isso e não tomaram qualquer atitude concreta. Donald J. Trump está cansando, e quem ainda o segura é o atual “cubano” — muito influente — amigo da família Bolsonaro. Mas esse apoio vai cessar?
A frase “Quem nos separará do amor de Cristo?” vem de Romanos 8:35, do apóstolo Paulo, e é seguida por uma lista de provações (tribulação, angústia, perseguição, fome, nudez, perigo, espada) e, mais adiante, por elementos cósmicos (morte, vida, anjos, principados, coisas presentes ou futuras, poderes, altura, profundidade ou qualquer outra criatura) que, segundo Paulo, nada pode nos separar desse amor, tornando-nos mais que vencedores por meio de Cristo Jesus, Deus.
CONTINUEM LENDO a Sagrada Escritura!
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