
Não sabe o que significa esta expressão? Em uma simples procura rápida já vai encontrar o significado. Muito cuidado em suas escolhas. Se fez escolhas erradas e conseguiu se safar, agradeça incessantemente a Deus por mais um livramento. Dinheiro perdido se recupera. Dignidade é coisa rara e não se compra — sem falar que você não manchará seu curriculum vitae.
A expressão “vender gato por lebre” significa enganar alguém, oferecendo um produto de qualidade inferior (o gato) como se fosse algo de grande valor (a lebre), ou simplesmente entregar algo diferente e pior do que o prometido. A frase é usada em sentido figurado para alertar sobre qualquer tipo de fraude, golpe ou ilusão em negociações e situações do dia a dia, onde a pessoa deve estar atenta para não ser ludibriada.
Acredita-se que a expressão tenha surgido na Idade Média, na Europa, onde a carne de lebre era considerada um prato refinado e muito apreciado. Comerciantes desonestos se aproveitavam da semelhança entre a carne de gato e a de lebre para vender carne de gato no lugar da lebre, lucrando com o engano. Hoje em dia, a expressão popular perdura e é um alerta para que as pessoas confiram se o que estão recebendo corresponde ao que foi prometido antes de fechar qualquer negócio. Muito cuidado ao fazer escolhas!
Vendendo gato por lebre? Foi o que o brasileiro “comprou”? Gato por lebre? Eis o que dizem as capas das principais revistas eletrônicas semanais (o impresso, em termos de jornais e revistas, já era).
Veja traz a maioria silenciosa em sua capa — a fatia predominante da população foge da polarização, está longe da gritaria dos extremos políticos e pode decidir as eleições presidenciais de 2026. Educação é algo muito sério e não um mero produto a ser disponibilizado em no máximo duas horas e meia de estudos por dia. O avanço tecnológico gerou preguiça e mera redução de custos.
Estudar é algo profundamente relevante. A mudança do pensamento político brasileiro se deve muito mais ao conteúdo disponibilizado por setores sérios da sociedade civil organizada do que pelo esforço do próprio governo federal em termos educacionais. Eis o motivo da mudança de pensamento e do fato de o povo não desejar o “mais do mesmo”. O povo está querendo algo diferenciado!
Vendendo gato por lebre? Percebam o que traz a cada vez mais sólida e pujante revista eletrônica Crusoé: em sua edição nº 394 — Festa na Floresta — o palanque de Lula na COP30 não funciona; seu legado serão os memes.
O Brasil se tornou motivo de chacota e será permeado por mais um escândalo de corrupção? O pipocar de informações relevantes já começou a vir à tona.
“O Fiasco”, diz a cada vez mais influente e conceituada Revista Oeste em sua capa — carências urbanas, incompetência, desorganização, preços abusivos e suspeitas de corrupção garantem o naufrágio da conferência climática em Belém.
E não adiantará dizer que isso não saiu ou sairá na velha mídia. Quem ainda perde tempo com a velha mídia? O streaming e os portais são a nova fonte de informação segura e confiável dos brasileiros em todas as classes sociais. É fato!
Vendendo gato por lebre? Dinheiro não cai do céu — e quando cai é o Deus soberano protegendo os seus eleitos.
Os Estados Unidos da América estão voltando seus olhos novamente para a América Latina. O resto é gente vendendo gato por lebre! O interesse norte-americano é real em alguém de fato confiável.
A velha mídia vai se dobrar. As grandes universidades americanas, públicas e privadas, estão de olho no Brasil. E a abertura internacional passa pela mentalidade de que as pessoas devem “caminhar” em liberdade!
Constance Jacob Superando Nossas Montanhas
DIREITOS HUMANOS Roque Aras, um nordestino
CREDIBILIDADE STF em baixa: da confiança institucional à crise de credibilidade
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