
Em 2024, a Open Society Foundations, criada pelo bilionário George Soros, repassou US$ 28,4 milhões — o equivalente a R$ 153,2 milhões — para ONGs brasileiras. Desde 2016, quando os dados passaram a ser divulgados, o volume já soma quase R$ 800 milhões. Os números foram levantados pelo Instituto Monte Castelo.
O valor ficou ligeiramente abaixo do registrado em 2023, mas a lista de beneficiários mostra áreas estratégicas que atraem a atenção da fundação: democracia, energia, meio ambiente, educação e comunicação. Entre os maiores repasses estão o Nossas Cidades (R$ 22 milhões), o Fundo Brasil de Direitos Humanos (R$ 18,8 milhões) e o Instituto Cultura, Comunicação e Incidência (R$ 10,7 milhões).
Chama atenção a presença da empresária Alessandra Orofino em diferentes organizações contempladas. Cofundadora do Nossas Cidades e conselheira do ICCI, ela também integra a ONG Peri. Orofino é conhecida por seu trabalho em mobilização de massa e projetos de comunicação política, tendo atuado inclusive na equipe de transição do presidente Lula em 2022.
Além de causas ligadas a direitos humanos, Soros também investe em projetos ambientais, como estudos sobre descarbonização, defesa de territórios indígenas e iniciativas de energia sustentável. A lista de 2024 reflete o interesse da fundação, hoje dirigida por Alex Soros, em influenciar debates cruciais sobre "democracia", clima e comunicação no Brasil.
No "frigir dos ovos", é dinheiro para pessoas de esquerda e instituições de esquerda com objetivo de aparelhar o Estado brasileiro.
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