
Poucos partidos políticos no Brasil resistiram à tentação da corrupção, mas nenhum causou tanto estrago nas contas públicas quanto o Partido dos Trabalhadores. O partido que chegou ao poder em 2003 prometendo ética, honestidade e combate à corrupção rapidamente mostrou que seu discurso era apenas fachada. Assim que Luiz Inácio Lula da Silva subiu a rampa do Planalto, iniciou-se um ciclo criminoso sem precedentes: compra de apoio no Congresso, desvio bilionário de estatais e aparelhamento das instituições. O que deveria ser um projeto de transformação nacional se revelou um sistema meticulosamente estruturado para dilapidar o erário.

O primeiro grande escândalo surgiu em 2004, quando Waldomiro Diniz, assessor da Casa Civil, foi flagrado em vídeo pedindo propina para abastecer campanhas do PT. Sua ligação com o contraventor Carlinhos Cachoeira abriu a temporada de denúncias que nunca mais cessaria.

O Mensalão foi o divisor de águas: um esquema de compra de apoio parlamentar com dinheiro público. José Dirceu, então ministro da Casa Civil, foi apontado pelo STF como chefe da quadrilha e acabou cassado. Pressionado, Lula pediu desculpas em rede nacional, mas se manteve blindado no poder.

Em 2006, integrantes do PT foram presos tentando negociar um falso dossiê contra adversários tucanos. Lula tentou minimizar o caso, chamando os envolvidos de “aloprados”, mas a prática do vale-tudo eleitoral estava mais do que exposta.

O ministro da Fazenda Antônio Palocci foi acusado de cobrar mensalidades de até R$ 50 mil de empresas quando era prefeito de Ribeirão Preto. Forçado a renunciar, Palocci retornaria aos noticiários anos depois, preso por receber propinas milionárias para abastecer os cofres do PT.

No primeiro ano de governo, Dilma Rousseff precisou demitir cinco ministros — Palocci, Wagner Rossi, Orlando Silva, Pedro Novais e Mário Negromonte — todos sob acusações de corrupção. A chamada “faxina ética” se revelou apenas uma maquiagem diante da profundidade do problema.

A Operação Lava Jato escancarou o maior escândalo de corrupção da história do país: o Petrolão. Bilhões foram desviados da Petrobras em contratos superfaturados, em obras como a Refinaria Abreu e Lima, o Comperj e a Refinaria de Pasadena. Parte do dinheiro abastecia diretamente os cofres do PT.

O ex-tesoureiro João Vaccari Neto foi condenado por receber propina da Petrobras. O marqueteiro João Santana e sua esposa Mônica Moura admitiram pagamentos ilegais no exterior. A engrenagem eleitoral do partido era sustentada pela corrupção institucionalizada.

O senador Delcídio Amaral, líder do governo no Senado, foi preso em flagrante ao tentar comprar o silêncio de Nestor Cerveró. Em delação, afirmou que Dilma e Lula atuaram pessoalmente para obstruir a Lava Jato, envolvendo o Planalto diretamente nas manobras criminosas.

Na 24ª fase da Lava Jato, o ex-presidente Lula foi conduzido coercitivamente para depor. As investigações sobre o triplex do Guarujá e o sítio de Atibaia revelaram a intimidade das relações entre Lula e as empreiteiras beneficiadas com contratos superfaturados.

As estatais foram o principal alvo de saque dos governos petistas. A Petrobras chegou a acumular R$ 35 bilhões de prejuízo em 2015, os Correios registraram perdas bilionárias e o Banco do Brasil perdeu protagonismo no crédito agrícola. A Eletrobras consumiu R$ 40 bilhões do Tesouro até ser privatizada em 2021.

A Lava Jato recuperou R$ 8 bilhões, uma fração dos R$ 40 bilhões desviados. Apesar de condenações e prisões, Lula e Dilma sempre alegaram desconhecimento. Mas a sucessão de escândalos deixa claro que a corrupção não foi acidente: foi método de governo.
O PT deixou como legado estatais arruinadas, cofres saqueados e a maior sequência de escândalos da história política do Brasil. O partido que dizia representar os trabalhadores se transformou no símbolo maior da corrupção sistêmica no país. Cada episódio, do Mensalão ao Petrolão, reafirma que o vale-tudo pelo poder foi a essência do lulopetismo. Enquanto o Brasil lutava para se reerguer, o DNA da corrupção petista permanecia vivo, corroendo a confiança da sociedade em suas instituições.
E agora o governo Lula 3 aplica mais um golpe contra aqueles que deram uma vida do país, os aposentados e pensionistas. Velhinhos e viúvas foram vítimas do maior e mais bem elaborado plano de "gatunagem" por sindicatos, associações e diretores do INSS. Tiveram surrupiados de forma criminosa R$ 6,3 bilhões. O PT, o presidente Lula e seu governo não cansam de protagonizarem os mais sórdidos esquemas de corrupção da história da República brasileira.
Até quando?
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