
O prejuízo dos Correios no primeiro semestre de 2025 chegou a R$ 4,37 bilhões — um salto de 222% em relação ao mesmo período de 2024. Enquanto Petrobras, Eletrobras e outras estatais enchiam os cofres no governo Bolsonaro, os Correios parecem ter decidido seguir carreira solo no setor “como perder dinheiro com estilo”.
Entre janeiro e março, o déficit já era de R$ 1,7 bilhão; de abril a junho, pulou para R$ 2,6 bilhões. A União observa, agora sob o governo Lula, como se assistisse a um filme de desastre financeiro: bilhões desaparecem, a receita cai e as despesas disparam, e ninguém sabe bem como conter o rombo.
Em julho, o então presidente Fabiano Silva dos Santos pediu demissão, cansado da pressão para cortar gastos e fechar agências. Enquanto algumas estatais que lucraram bilhões no passado pareciam invencíveis, os Correios hoje, se revelam mestres na arte de transformar receita em déficit.
Para completar, a estatal ainda colocou a culpa no “impacto do novo marco regulatório das compras internacionais” e na famosa “taxa das blusinhas”.
DESASTRE TOTAL...
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