
A partir de agora, o príncipe George, de 11 anos, não poderá mais fazer viagens aéreas junto com os pais, o príncipe William e Kate Middleton. A medida, que visa proteger a linha sucessória ao trono britânico, determina que o herdeiro viaje em uma aeronave separada. A decisão segue um protocolo tradicional da monarquia e já havia sido aplicada ao próprio William quando completou 12 anos.
Segundo o colunista Richard Eden, do tabloide britânico Daily Mail, o rei Charles III teria repreendido o casal por ainda não ter seguido a regra à risca. George é o segundo na linha de sucessão ao trono do Reino Unido, atrás apenas do pai, e manter os herdeiros em voos separados é visto como uma precaução fundamental em caso de tragédias.
No entanto, William e Kate estariam contrariados com a imposição. De acordo com o jornal norte-americano New York Post, o casal estaria tentando derrubar a determinação, em nome de um estilo de vida mais moderno e da convivência familiar. A decisão de Charles, no entanto, reforça o peso da tradição e da responsabilidade que recai sobre os futuros monarcas.
Apesar das divergências, os príncipes de Gales seguem desempenhando seus papéis públicos com destaque. George, que recentemente participou como pajem da coroação do avô, já vem sendo preparado para o papel de futuro rei. A discussão sobre a regra dos voos expõe o conflito entre modernidade e tradição no seio da família real britânica.
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