
A taxa de desemprego no Brasil recuou para 6,2% no trimestre encerrado em maio de 2025, o menor índice para o período desde o início da série histórica da PNAD Contínua, em 2012. O resultado representa queda em relação a fevereiro (6,8%) e ao mesmo período do ano passado (7,1%).
O Brasil registra 103,9 milhões de pessoas ocupadas e 6,8 milhões desocupadas, com destaque para o crescimento de empregos com carteira assinada (39,8 milhões) e o aumento da formalização entre trabalhadores por conta própria. A taxa de informalidade caiu para 37,8%.
O número de desalentados (que desistiram de procurar trabalho) caiu para 2,89 milhões, o menor desde 2016. O rendimento médio subiu para R$ 3.457, e a massa salarial chegou a R$ 354,6 bilhões, ambas as maiores já registradas.
Segundo o IBGE, os dados mostram resistência do mercado de trabalho, mesmo com os juros altos, e expectativa de novas quedas no desemprego, dependendo das políticas econômicas adotadas
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