
O YouTube iniciou uma nova ofensiva contra bloqueadores de anúncios. Nos últimos dias, usuários que acessam a plataforma com esse tipo de ferramenta têm relatado o recebimento de um aviso informando que os ad blockers violam os Termos de Serviço do YouTube. A notificação impede a reprodução dos vídeos e sugere que o usuário desative o bloqueador ou adicione o site à lista de permissões.
Os primeiros relatos foram identificados pelo portal Neowin, que apontou que usuários do navegador Opera GX na Índia começaram a receber a notificação. No entanto, a restrição também tem aparecido em navegadores como Firefox e Chrome em outros países. O elemento comum entre os casos é a presença de bloqueadores de anúncios, como o uBlock Origin. Em algumas situações, além do aviso, o YouTube exibe botões para permitir a exibição de anúncios ou para a assinatura do YouTube Premium.
Essa não é a primeira tentativa da plataforma de barrar o uso de ad blockers. O YouTube tem travado uma verdadeira batalha com os desenvolvedores dessas ferramentas, que constantemente criam novas formas de driblar as restrições impostas pela plataforma. Para evitar essa disputa, a solução oficial oferecida pelo YouTube é a assinatura do YouTube Premium, que permite assistir aos vídeos sem anúncios e oferece vantagens adicionais, como reprodução em segundo plano e download para visualização offline.
Atualmente, no Brasil, o plano individual do YouTube Premium custa R$ 24,90 por mês, enquanto a versão familiar sai por R$ 41,90 mensais e o plano para estudantes custa R$ 13,90. Há ainda a opção do plano anual por R$ 249, com um desconto no valor mensal. Uma versão mais barata, chamada YouTube Premium Lite, que remove apenas os anúncios, está disponível em alguns países, mas ainda não chegou ao Brasil.
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