
E meio de comunicação social tem lado? Se tem, alguns demonstram isso diariamente, até mesmo de forma escancarada. Certo mesmo é que alguns não estão apenas observando cenários, mas assumindo uma postura firme contra os desmandos. “Caiado leva crise do STF à TV e cita ‘banda podre’ que comanda o país. Candidato do PSD também mira Lula e Flávio Bolsonaro. Vídeo estreia nesta sexta (4) e ocorre dias após revelações sobre relação entre Moraes e Daniel Vorcaro.”
Conteúdo postado na coluna Painel, da Folha de S.Paulo, editada por Fábio Zanini, espaço que traz notícias e bastidores da política, com Carlos Petrocilo e Gabriela Echenique. O jornal Folha de S.Paulo já no mesmo dia da crise publicou editorial pedindo providências e a saída imediata de um dos ministros do STF.
Qual o lado dos veículos? Veículos automotores? Veículos de comunicação social? Olha o Estadão aí, gente! E com notícias que acabaram de “sair do forno”. “Fachin tira do inquérito das fake news investigação de Mendonça pedida por Moraes.” O presidente do STF deu prazo de cinco dias para a PGR e Mendonça se manifestarem sobre o pedido de Moraes. Notícia publicada por Carolina Brígido, do Estadão.
O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, retirou do âmbito do inquérito das fake news o pedido de Alexandre de Moraes para investigar André Mendonça. Fachin determinou nesta sexta-feira, 4, que o caso fosse incluído no mesmo procedimento aberto sobre os indícios encontrados pela Polícia Federal contra Moraes.
Como segunda-feira, 7, é feriado, os prazos se encerrarão no dia 21. Porém, tanto a PGR quanto Mendonça podem se antecipar. Em seguida, o caso volta a Fachin, que decidirá o destino do pedido de Moraes — se o próprio presidente toma uma decisão ou se envia o caso ao plenário para julgamento. Fachin é um dos críticos da permanência do inquérito das fake news no Supremo. O caso foi aberto, em 2019, de ofício pelo presidente à época, Dias Toffoli. A interlocutores, o presidente declarou que gostaria de ver o inquérito encerrado neste ano.
Moço, qual é a capa da Revista Crusoé? Crusoé: “Xerife suspeito.” Conversas com Vorcaro apontam que Alexandre de Moraes pode ter cometido advocacia administrativa, entre outros crimes. E mais: “Brigadeiro indigesto” e “Censura em campanha”, diz a redação do site O Antagonista.
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, cita frequentemente a necessidade de uma “democracia defensiva” ou “democracia militante”, com o uso até mesmo de remédios amargos contra ameaças para preservar as instituições.
É o que se convencionou chamar de Direito Xandônico, que inclui métodos como censura, intimidação, submissão dos juízes de primeira instância, invenção de crimes não previstos na legislação, desprezo pelos juízes naturais e discursos heroicos para a imprensa chapa-branca.
Para observadores atentos, a atuação de Moraes já demonstrava que a democracia é que precisava se defender de Xandão, e não o contrário. A quebra do sigilo das investigações do Banco Master na terça-feira, 1º de setembro, feita pelo ministro André Mendonça, reforçou essa sensação. As dezenas de mensagens entre o juiz e o banqueiro Daniel Vorcaro indicam que ele pode ter cometido diversos crimes, como advocacia administrativa, obstrução da Justiça e corrupção passiva.
Seu futuro e a credibilidade do STF agora dependem das atitudes que os demais integrantes da Corte tomarão nos próximos dias, dizem Duda Teixeira e Wilson Lima em “Xerife suspeito”, reportagem de capa da nova edição de Crusoé. Qual o lado dos veículos? Ainda ontem à noite e já no dia de hoje, cedinho, o movimento é claro: do lado da verdade. A sociedade brasileira não tolera mais insanidades!
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