
Impasse político? Já possuem seu pré-candidato (ou candidato) e não o revelam de forma direta? Sempre foi assim. A questão é que, desta vez, o contexto é completamente diferente. Quem ainda se pauta pela velha mídia? Ninguém. As pessoas leem apenas para verificar o que estão a “tentar envenenar” na população que ainda julgam não ter nenhuma consciência social ou política.
O Brasil dos dias atuais não é mais o de 2022. O ano é 2026. Quando o sistema atual que domina a Colômbia cair, automaticamente o próximo será a República Federativa do Brasil? Isso se conversa a “boca pequena” nos bastidores de Brasília. Eis a realidade. Isso é fato e, contra fatos, não existem argumentos!
Certo mesmo é que o desespero bateu e estão “arrebentando os cofres públicos” em nome de mais uma reeleição? O que significa mesmo um impasse? O termo impasse define uma situação difícil e complexa para a qual não se encontra uma saída óbvia ou uma solução imediata. Geralmente, indica um ponto de paralisação em que duas ou mais partes não conseguem chegar a um acordo.
E qual seria o impasse da “tradicional velha mídia”? O tormento é uma hora dar uma no cravo e, em outro momento, dar uma na ferradura. Não existe esse ditado popular? Em outras palavras, o que seria isso de fato? O impasse é ficar bem com o próximo governante ou tentar, antes de saber quem será eleito, pagar ou quitar todas as dívidas? Pagar e quitar não são a mesma coisa? Existem algumas diferenças. Dizem fontes fidedignas que o problema da dita grande imprensa e da velha mídia é com os bancos. Então, o que é mais cômodo? Ficar do lado de quem ainda está no poder ou simplesmente ficar com a perspectiva de poder?
Trata-se de um dilema que não é fácil, e geralmente apenas os corajosos e audaciosos tomam a decisão acertada. Então, enquanto tudo não se define, o que é melhor? Fazer vendetas? O que é mesmo uma vendeta? A palavra vendeta significa vingança ou represália. O termo, de origem italiana, é frequentemente associado a rixas de longo prazo ou inimizades intensas — como guerras entre clãs ou organizações criminosas — nas quais atos de hostilidade se prolongam por sucessivas retaliações.
Em suma, o que seria isso mesmo, moço? Mera vingança por ainda se lembrarem do tempo das “vacas magras”? Houve um dito jornalão, que ninguém mais lê e que está desesperado porque já vendeu tudo o que tinha (emissoras de rádio e TV) e anda migrando “como doido” para o digital, que, dia sim, dia não, promove somente ataques ao principal pré-candidato da oposição. Quem é do ramo percebe isso imediatamente.
A velha mídia, apesar do impasse, já escolheu o seu lado político e teima em não declará-lo abertamente para que aqueles que não são do ramo publicitário ou jornalístico saibam. Mas todos já perceberam isso. E o povo também. Já se foi o tempo em que o povo não se informava de forma adequada. Basta um simples dado para mostrar como os boatos não são meros “boatos”. Somente os dois maiores portais do Brasil, sediados em Brasília, mas com abrangência nacional, já superaram toda a “tiragem fantasiosa” da velha mídia.
Eis a realidade. E, quanto mais mascararem isso, pior será, pois começa a ocorrer uma perda contínua de credibilidade. Velha mídia e o impasse? Existem alguns dias de lucidez? Muitos estão a acreditar que “é dinheiro de fora irrigando” e não dinheiro nacional. Certo mesmo é que somente forças internacionais serão realmente capazes de subverter a ordem atual estabelecida?
Algo magnífico nos norte-americanos é a sua capacidade de atuação. Muitos acreditam ou difundem que os norte-americanos creem apenas e tão somente no dinheiro. Ledo engano. Valem mais as perspectivas de poder do que meramente os “resquícios de poder”.
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