Já pensou alguém entrar para a História com essas duas antivirtudes? Pois tudo indica que é realmente isso que vai acontecer. E qual o verdadeiro motivo? Achar-se um deus. Imaginar que é insubstituível. Não ter humildade, muito menos a visão de que a vida é de quem faz discípulos.
Ao invés de comparar-se blasfemicamente a Cristo Jesus, Deus, certas pessoas deveriam, neste momento, estar com medo do inferno, pois, segundo o nobre escritor Dante Alighieri, é isso que herdarão. Que tirania. Que perversidade. Nada de bom fizeram ao povo; apenas a si mesmas. Alguns estão bilionários, milhares milionários. Gente que, há 30 anos, vivia pedindo “cinquenta ou vinte reais” aos outros; atualmente, vivem a passear pela Europa e pelos United States of America.
Mas o descrédito e a insanidade chegaram. Passaram a crer apenas e tão somente no dinheiro — e dinheiro público, não deles, gerado com a força do trabalho. E os que fazem parte do consórcio agora estão acuados. O brilhante e honesto jornalista Augusto Nunes, ontem mesmo, enfatizou, em outras palavras, que “a água já passou da cintura e do pescoço”.
Descrédito e insanidade? Quem ainda acredita neles? Ninguém em sã consciência. Tirando bispos e padres da ala da Igreja Católica ligada à Teologia da Libertação, ninguém mais acredita. E a insanidade? Bateu à porta. É vergonha internacional. Enquanto alguns quase não viajavam — os generais-presidentes e mesmo outros civis —, hospedavam-se com modéstia e recato. E agora, o que se percebe? Extravagância a todo custo.
E os participantes do governo e integrantes do consórcio agora inventaram de processar um ex-governador íntegro, honesto e querido pelo povo mineiro? Nada vingará. E ainda há pastores “insanos e loucos” que têm a coragem de pregar que devemos orar pelas autoridades? Os calvinistas, os reformados, explicam isso muito bem: tudo deve ser respeitado, desde que não fira os princípios bíblicos estabelecidos por Deus.
Enquanto muitos — agora são muitos, não mais alguns — “metem a mão no alheio”, milhões vivem a padecer. Você já pensou numa coisa dessas, meu amigo leitor? A pessoa ter coragem de roubar dinheiro da saúde, educação, cultura, transporte e segurança? Ainda podem ser chamadas de seres humanos pessoas desse naipe? Mas o descrédito e a insanidade bateram!
Sabe o que acontece quando demoramos um pouco a publicar? Estamos sondando a área, ouvindo o povo, conversando com quem sofre o “pão que o diabo amassou”. Meus amigos, há gente que acorda e não sabe o que fazer da vida. Mas, do outro lado, há gente que acorda e não sabe onde gastar o que “roubou”.
Onde estão os que ganham dinheiro para fiscalizar o dinheiro público? O certo é que estão acuados. A sociedade está ao lado não apenas do ex-governador mineiro querido pelo povo, mas do lado correto da vida.
Outro dia, depois de uma boa corrida de cinco quilômetros (pois costumamos correr todos os dias), conversa vai, conversa vem, um senhor muito simples respondeu: “Doutor, dinheiro tem demais; este país tem muito dinheiro. O que falta é gente honesta suficiente para desenvolver uma verdadeira nação.”
Nos dias de hoje, o que seria deste país, chamado Brasil, se não fossem as igrejas genuinamente cristãs e sérias? Está faltando “Tiradentes” para dar um jeito nessa história horrenda? Ninguém aguenta mais tanto descrédito e insanidade. Eles andam passeando para cima e para baixo com seus carrões!
Que Jesus Cristo, Deus, continue iluminando as elites deste precioso e bom país!