
Se ainda não, está perto. Ninguém atende telefonemas e muito menos acredita em fotos de WhatsApp. E a culpa é de quem? Da população é que não é. Mas a sensação de segurança reina? Onde e em que lugar? O que se ouve muito são reclamações de trabalhadores sendo abordados e tendo seus carros ou motos levados indevidamente? Certo mesmo é que a Polícia tem feito sua parte no combate aos crimes. A questão é bem mais profunda. Vida apertada gera problemas? Isso não é justificativa. O contexto é de falta de valores. Quem ainda acredita em valores morais? O que é isso mesmo, moço? Valores morais são os princípios e normas que determinam o comportamento de uma pessoa e a sua interação com a sociedade. Esses comportamentos são classificados como “certos” ou “errados” por determinada pessoa ou sociedade. Por exemplo, quando uma pessoa possui o valor da honestidade, ela procura ser íntegra e franca diante dos acontecimentos da vida. Os valores morais são importantes porque geram uma vida em sociedade mais harmoniosa e justa. O medo generalizado é fruto da decadência de valores.
Medo generalizado? O que acontece quando você está caminhando ou fazendo sua corrida matinal e aborda alguém para dar um simples bom dia? Muita gente se assusta. Sinônimo de medo generalizado? Vá pedir carona a um desconhecido e veja o que acontece. Outro “sintoma de medo generalizado”? A vida está se tornando cada vez mais um reduto de locais e pessoas conhecidas. E não é culpa da população. Mas há um porém: quem não lembra das cidades, mesmo as mais populosas, um pouco mais tranquilas nas décadas de 50, 60 e 70? Tem muita gente que lembra. Até mesmo os da geração de 80 ainda conseguem recordar bons momentos seguros nas cidades grandes, ou ditas metrópoles. Depois de 1990, a coisa degringolou de vez? Certo mesmo é que nunca se rezou tanto na vida (para quem tem fé) como nos dias atuais. E quem não tem fé em nada tem “lá suas crenças em algo ou alguém”. É todo mundo pedindo forças a um ser que julga superior. Quem, nos dias de hoje, sai de casa e não pede a proteção de Cristo Jesus?
E, no contexto político, o medo generalizou-se também? Está diminuindo, mas já esteve nos piores patamares. Instituições que se julgavam acima do bem e do mal enfraqueceram devido ao comportamento das pessoas que as ocupam. Mas ainda há muita gente com medo. Políticos e agentes públicos tiveram que buscar outros países e, mesmo assim, “continuam sendo perseguidos”. Quando as liberdades voltarão à República Federativa do Brasil? Enquanto isso, seguem as pressões por todos os lados para forçar uma certa normalidade. Dias desses, ao indagar alguém, um colega de profissão enfatizou o fato de que a previdência, em pouco tempo, não terá mais dinheiro para pagar as pessoas. Sabe o que uma pessoa bem simples respondeu? “Dinheiro sempre tem; o problema é a corrupção generalizada.” Está vendo? É o povo em sua sabedoria!
Medo generalizado? O que é isso? De acordo com estudos, as situações de perigo na atualidade são incontáveis: a pessoa pode ter medo de sofrer acidentes, assaltos ou de não ter suas expectativas individuais e coletivas correspondidas. O nível de preocupação pode se tornar desproporcional e incontrolável, o que gera até mesmo quadros de transtornos. Em suma, quem tem fé ou não, apegue-se às suas crenças, pois a situação não está para brincadeira. E o pior: tende a se agravar cada vez mais devido à inércia pública na busca por resolutividade que atenda aos anseios da população. Muito cuidado por onde andar!
Mín. 23° Máx. 39°