
Pesquisadores do Departamento de Zootecnia da Universidade Estadual de Maringá desenvolveram o primeiro leite artificial de coelha do Brasil. A inovação representa um avanço histórico para a cunicultura nacional e tem potencial para reduzir a mortalidade de filhotes, além de aumentar a eficiência produtiva do setor.
O projeto inclui um protocolo inédito de ordenha de coelhas, adaptado à realidade brasileira. Embora países da Europa, dos Estados Unidos e algumas nações asiáticas já utilizem formulações semelhantes, esta é a primeira vez que a tecnologia é desenvolvida e testada no Brasil, o que abre caminho para maior autonomia científica e produtiva.
A novidade foi apresentada na edição na terça-feira (11) do programa A Força do Agro da Revista Oeste, que destacou o impacto da pesquisa para um segmento ainda pouco explorado no país. A iniciativa atende a uma demanda crescente por práticas mais sustentáveis e eficientes no agronegócio, aliando inovação tecnológica e bem-estar animal.
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