
Isso ainda vale algo ou apenas os likes? Atualmente, existem pessoas que pensam somente nos likes que possam advir de algo publicado? E o respeito às pessoas que apreciam a boa escrita e o conteúdo de qualidade? Educação é algo nobre, e não meramente no sentido formal ou informal estipulado institucionalmente. Classe, respeito e educação são algo em falta no jornalismo de forma geral? Os detentores da capacidade de produzir informação se preocupam apenas com a quantidade de acessos? Já parou para pensar um pouco sobre isso?
Averigue a maioria dos sites e portais e veja a qualidade do que é postado, colocado como se fosse informação relevante. O que é algo relevante? Quem está definindo o que é relevante ou não? Relevante é algo imprescindível, algo salutar, aquilo que realmente importa ao grande público. Classe, respeito e educação fazem bem e são algo que anda em falta no contexto das relações profissionais atualmente?
Classe, respeito e educação fazem bem! Escrever não é simplesmente pegar palavras produzidas por IA — Inteligência Artificial. Escrever requer leitura e investimentos acentuados em livros e conteúdos de qualidade. Como alguém se dá ao luxo de simplesmente retirar o conteúdo dos outros do “ar”, sem nenhuma explicação? Classe, respeito e educação estão fazendo falta no mercado da informação? Muitas pessoas têm reclamado sobre isso. Têm chegado reclamações da falta de respeito para com o público leitor.
Há muitos “leitores ligando” e dizendo que nem mesmo um conteúdo é postado e, em menos de horas, já não está mais tão visível. Quais são os critérios de escolha para algo ir ao ar e permanecer o tempo necessário para que os conteúdos sejam repercutidos? Isso está acontecendo de forma geral no jornalismo brasileiro? E os motivos são financeiros e econômicos? Informação e conteúdo de qualidade são algo muito sério. Aspectos meramente mercadológicos não convêm a quem gosta de escrever.
O que são pessoas de classe? Pessoas que dialogam e colocam as coisas como devem ser postas. O que é respeito? É a maturidade necessária para entender e compreender que, na República Federativa do Brasil, não se vive de jornalismo cotidiano como fonte de renda. Jornalismo, nos dias atuais, é amor, compreensão, garra, coragem e determinação para enfrentar obstáculos, até mesmo financeiros.
Qual a razão de este assunto estar vindo à tona? A indiferença geral perante fatos e acontecimentos. Renomados jornalistas, de grande credibilidade, não andam satisfeitos não somente com a velha mídia, mas com a forma de se dizer que estão fazendo jornalismo. Nos bastidores de Brasília, peças começaram a ser mexidas, e a atuação por meio de algoritmos está a todo vapor. A tônica do dia nos bastidores do poder é enfatizar que depoimentos foram marcados “apenas para mandarem recados”. Enquanto isso, o noticiário irá arrefecer? Só quem duvida de tudo isso?
O que verdadeiramente provocou a decadência da TV aberta? A falta de classe, respeito e educação para com os telespectadores. O que passou a restar? Futebol, carnaval e programas religiosos o dia inteiro. Fé é algo tão sério quanto fazer jornalismo condizente não apenas com interesses, mas com a concretude vivencial de fatos e acontecimentos.
O que fez o Washington Post dias atrás? Extinguiu praticamente todas as redações, meramente com a desculpa de que o faturamento não estava condizente com as metas estabelecidas pelos novos proprietários. E a classe, o respeito e a educação para com os milhões de leitores desse influente e conceituado diário informativo? A imprensa precisa aceitar os novos tempos, mas continuar firme e forte em suas convicções.
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