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Pizza vira sinal de alerta no Pentágono em noites de operação militar

Movimento fora do normal em pizzarias próximas a bases dos EUA volta a levantar teoria após ataque à Venezuela

04/01/2026 às 11h44 Atualizada em 05/01/2026 às 09h02
Por: Wagner Albuquerque
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Imagem gerada por inteligência artificial
Imagem gerada por inteligência artificial

Você já ouviu que no Brasil tudo acaba em pizza. Nos Estados Unidos, a piada é outra: muita coisa começa por ela. Uma teoria que viralizou nas redes diz que aumentos inesperados de pedidos de pizza perto do Pentágono podem indicar movimentações militares importantes. A ideia é simples: quando militares e equipes de inteligência trabalham a madrugada inteira, ficam sem tempo para sair e apelam para a pizza entregue direto nos prédios do governo.

Na madrugada de 3 de janeiro, quando os EUA atacaram a Venezuela, o perfil @PenPizzaReport, no X, que monitora sinais públicos como mapas e fluxo de estabelecimentos, apontou um pico de movimento na Pizzato Pizza, perto do Pentágono, por volta das 2h (horário local). A movimentação continuou alta por mais de uma hora e meia. No mesmo período, houve queda no movimento de bares e mudança nos pedidos em outras redes, como a Papa Johns.

A teoria ganhou força porque já apareceu ligada a outros episódios. Crise do Golfo, ataque ao Panamá e invasão de Granada foram momentos em que aumentos parecidos também foram registrados nas pizzarias vizinhas ao Pentágono. Em 2025, algo semelhante foi observado pouco antes do ataque de Israel ao Irã.

Especialistas não reconhecem o “Pentagon Pizza Index” como indicador oficial de nada. Mesmo assim, a coincidência frequente chama atenção e alimenta o imaginário online. No fim das contas, entre planilhas, satélites e inteligência militar, um detalhe bem prosaico continua rendendo manchetes: o movimento das pizzarias abertas de madrugada.

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