
O encontro do papa Leão XIV com diretores e artistas de cinema aconteceu no último sábado (15) no Vaticano e confirmou o que antigos amigos já diziam: o pontífice é apaixonado por filmes. Segundo a Santa Sé, a reunião teve como objetivo discutir como a criatividade pode ajudar a Igreja a comunicar valores humanos e se aproximar de novos públicos. Foi um encontro descontraído, no qual Leão XIV falou abertamente sobre suas inspirações cinematográficas.
Durante a conversa, o papa apresentou quatro filmes que marcaram sua vida. Entre eles, o clássico A Felicidade Não Se Compra (1946), que mistura espiritualidade e reflexão sobre o valor da vida, e o musical A Noviça Rebelde (1965), famoso por sua mensagem de coragem e esperança em tempos difíceis. São produções que seguem emocionando gerações e que, para Leão XIV, dialogam com temas humanos universais.
O pontífice também citou o drama Gente Como a Gente (1980), vencedor do Oscar, que retrata a dor silenciosa dentro de uma família em crise, e A Vida é Bela (1997), obra que combina humor e tragédia para mostrar o amor de um pai tentando proteger o filho durante a Segunda Guerra Mundial. Para ele, esses filmes provam como histórias bem contadas continuam sendo capazes de tocar fundo.
Com o encontro já realizado, o Vaticano destacou que Leão XIV quer manter a arte perto da Igreja. O papa reforçou que o cinema não é só entretenimento é uma forma poderosa de inspirar, ensinar e aproximar pessoas. A conversa com artistas mostrou que, para este pontífice, a fé e a cultura caminham juntas, e que grandes filmes continuam sendo pontes para entender melhor a vida e o mundo.
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