
Parei para pensar. Refleti. Como metade do país consegue negar o óbvio? Como aceitar, sem contestar, as loucuras e absurdos ditos e feitos por Lula e seu governo, enquanto o Brasil se aproxima do abismo econômico e moral? Como alguém minimamente informado segue a onda vermelha sem questionar, mesmo diante de ideologias que ferem o bom senso e atacam as bases da sociedade?
Alguns grupos de esquerda frequentemente se veem em situações de contradição – que beiram a esquizofrenia – quando apoiam causas ou regimes estrangeiros como Cuba, Coreia do Norte, Venezuela ou China. Por exemplo, movimentos que defendem direitos humanos ou igualdade em nível doméstico às vezes expressam apoio a organizações ou governos que violam direitos básicos de minorias ou mulheres, como é o caso do Hamas ou do Irã, que perseguem mulheres e matam homossexuais. Essa dissonância gera críticas, pois questiona a coerência entre a defesa de valores progressistas em casa e a admiração por regimes ou grupos que praticam opressão fora do país.
O psiquiatra americano Dr. Lyle H. Rossiter, em A Mente Esquerdista – As Causas Psicológicas da Loucura Política, explica: o esquerdismo não nasce apenas da política, mas de uma condição psicológica e emocional. Ele se desenvolve a partir de imaturidade emocional, dependência e incapacidade de lidar com responsabilidades e limites.
Para Rossiter, o esquerdista vê o Estado como um “pai protetor”, que deve resolver todos os problemas e substituir a autoridade familiar e individual. É essa dependência que permite que ideias radicais sejam aceitas como norma: por exemplo, o direito de crianças mudarem de sexo, frequentemente defendido sem debate sobre impactos, consequências e limites da sociedade.
Outro exemplo é a pregação da morte de “pessoas de bem” por alguns professores universitários, ou a incitação ao ódio contra grupos específicos. Rossiter considera que essa visão não é apenas política, mas sintoma de regressão psicológica: quando a mente rejeita limites e responsabilidade, a violência e o caos se tornam justificáveis.
Professores universitários, historiadores renomados, apresentadores de televisão e até empregados de grandes corporações não tiveram nenhum pudor em comemorar a morte do ativista americano Charlie Kirk, transformando o episódio em espetáculo de hostilidade e ódio público; um reflexo claro, segundo Rossiter, da regressão psicológica e da mentalidade esquerdista que celebra a destruição alheia enquanto ignora princípios básicos de respeito, civilidade e responsabilidade social.
A utopia é outro mecanismo central. A esquerda promove ideias de sociedade perfeita, ignorando a natureza humana e as limitações reais. Rossiter cita casos de regimes socialistas que tentaram eliminar desigualdades à força, causando miséria e mortes em massa. Hoje, a mesma lógica se manifesta em políticas radicais que minam liberdade, iniciativa privada e eficiência do Estado.
O autor também destaca ataques sistemáticos às instituições tradicionais: família, religião e livre iniciativa. O objetivo é enfraquecer estruturas que promovem responsabilidade, independência e disciplina pessoal. Isso se manifesta, por exemplo, na perseguição a cristãos ou na promoção de agendas que visam desestruturar a família como núcleo de educação e valores.
A regressão psicológica se traduz, portanto, em ações práticas e sociais: promoção de caos moral, incentivo a dependência do Estado, culto à vitimização e negação da realidade. Rossiter descreve isso como uma forma de loucura política, que infantiliza cidadãos e enfraquece a sociedade, abrindo espaço para governos autoritários e menos eficientes.
Exemplos recentes reforçam sua tese: professores que pregam ódio e violência contra opositores, celebridades que defendem políticas de destruição da família ou de perseguição religiosa, e ativistas que promovem mudanças drásticas sem debate racional. Tudo isso, segundo Rossiter, é expressão da psicologia doentia que busca segurança às custas da liberdade.
O resultado inevitável é um país que perde o senso de realidade, o respeito às instituições e a capacidade de progresso sustentável. Enquanto metade da população é levada por essa regressão emocional, a sociedade como um todo sofre consequências graves: aumento da dependência estatal, perda de liberdade e erosão de valores fundamentais.
Em síntese, Rossiter nos obriga a confrontar a verdade: o esquerdismo não é apenas debate político, mas uma condição psicológica que se reflete em ações concretas contra a família, a religião e a ordem social, colocando em risco a liberdade, a prosperidade e o futuro de um país. Ignorar isso é permitir que a regressão emocional domine a sociedade.
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