
O piauiense terá que preparar o bolso: a partir desta segunda-feira (15), o gás de cozinha ficará entre R$ 5 e R$ 10 mais caro, segundo o Sindicato dos Revendedores de Gás Liquefeito de Petróleo (Sindirgás). Com o novo aumento, o preço do botijão pode chegar a R$ 125, valor que pesa ainda mais na renda das famílias.
O reajuste ocorre por conta do dissídio coletivo das distribuidoras nacionais, mas, para especialistas, o efeito é potencializado pelo avanço da inflação alimentada pela gastança do governo federal e pelos altos gastos de governadores aliados de Lula, como Rafael Fonteles (PI) e outros gestores do Nordeste. A consequência é clara: quem paga a conta é o trabalhador, que vê seu salário perder valor a cada mês.
O Sindirgás afirma que o aumento é uma rotina anual, mas a realidade mostra que o custo de vida tem disparado. Produtos básicos encarecem, enquanto o gás — essencial para cozinhar — já consome uma fatia pesada da renda das famílias mais pobres, muitas vezes obrigando a população a recorrer a lenha ou alternativas menos seguras.
Com promessas de estabilidade que não chegam ao dia a dia da população, os discursos oficiais contrastam com a vida real do piauiense. O novo reajuste no gás escancara como a política de gastos desenfreada em Brasília e nos governos estaduais pressiona os preços e coloca a sobrevivência do trabalhador em xeque.
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