
De quê? Eis a questão. Do quê mesmo? Da barbárie? O que é um barbarismo? O mundo civilizado era o romano. Quem eram os bárbaros? Quem tem juízo, que se aproxime ainda mais de Jesus Cristo, Deus; esqueça o acúmulo de tesouros (bens materiais) aqui na Terra. Tudo indica, e cada vez mais, que 80 ou 100 (oitenta ou cem anos) passam demasiadamente rápido. Não é falácia de bons reverendos; é a constatação racional da realidade e do mundo em que vivemos. A Sagrada Escritura frisa isso constantemente. E feliz do homem (do sacerdote) que conduz o seu rebanho no caminho verdadeiro e certo!
O que virá depois? Da farsa? Quem perde tempo com algo cujo resultado já é sabido por todos? Reações acontecerão? Já não estão acontecendo? A reflexão aqui não é partidária, muito menos de contextualização ideológica. Até mesmo porque quem pensa na vida não tem tempo para futilidades. O mergulhar mais profundo é: qual o sentido de tudo isso? O que verdadeiramente os move? Tanta gente precisando ser evangelizada! Tantas pessoas que nunca conseguiram ouvir a palavra de Deus... E o que um país outrora próspero e respeitado se tornou? O streaming está tomando conta das casas, e quem ainda se dá ao trabalho de ver canais de TV aberta? Até mesmo as ditas “massas” estão a estudar (mesmo com sobrecargas de trabalho) e procurando dias melhores, por não mais acreditar que esses dias advirão de pessoas designadas para conduzir melhor a humanidade. Que coisa! Mas não fique triste. Ponha a sua fé e o “dinheiro” ou bens que possui a serviço do reino de Deus. É o melhor que você tem a fazer a cada dia que passa!
O que virá depois? De uma “falsa tempestade”? Verdadeiras “chuvas torrenciais” terminarão por desaguar onde menos as pessoas imaginam. Será que dos 4 (quatro) farão ainda um só Estado? A tendência é o centrão fazer “barba, cabelo e bigode”. Mas, enquanto 2026 não chega, irão “consumir até o talo”. A tendência é deixar tudo de uma forma “bagunçada”. Todo santo dia terá uma “fatura a ser cobrada”. Enquanto isso, a economia tenderá a se deteriorar. Mas onde irá presenciar isso? Na luta do dia a dia. Faça as contas aí, na ponta do lápis, e veja se, no final do mês, está conseguindo honrar os seus compromissos. Somente os que não vivem de acordo com a “carne e seus desejos carnais” é que, com certeza, estão fechando as contas e reservando algo para dias tenebrosos.
O que virá depois? Do “julgamento”? Que “julgamento”? Qual uma das máximas do direito? A prerrogativa de que ninguém sabe o resultado por antecipação. E todos já não sabem o placar do resultado? Mas que escrita tendenciosa é essa? Acabou de pensar um cético ou alguém sem nenhuma fé em mais nada, nem em ninguém? A invocação é somente uma: juízo. Quem trabalha na formação de pessoas eticamente corretas não tem lado! São sempre pessoas do consenso e da polidez. Sempre andam em busca de algo para conciliar ou reconciliar. E o que anda acontecendo? Esticaram a corda a tal ponto que já não podem mais voltar atrás, e isso terá consequências seríssimas. Chega até mesmo a ser falta de sabedoria. Não teriam adversário melhor nas urnas, mas se emocionaram de tal forma que a razão jamais prevaleceu ou prevalecerá. E vai dar no que todos também já sabem: a derrota de forma vergonhosa. Vai ser de tal forma que jamais esperavam ou esperariam!
Não tentes ser bem-sucedido; tente, antes, ser um homem de valor.
(Frase atribuída a Albert Einstein).
No Brasil, quem tem ética parece anormal.
(Frase atribuída a Mário Covas).
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