
É uma expressão popular que se fará jus nos próximos dias? Certo mesmo são as análises psicológicas e comportamentais. O que se é capaz de fazer para viver os prazeres da carne? Quem geralmente possui estes dons perversos? Pessoas desqualificadas e sem nexos socioeconômicos relevantes. Provaram de algo e querem eternamente se lambuzar?
Diante dos mais de 50.000 (cinquenta mil) livros de nossa biblioteca particular, muitas vezes refletimos sobre isso. E qual o resultado? A Sagrada Escritura é cada dia mais atual e relevante. Desde os primórdios da existência humana tem sido assim. Já pensaram a respeito da perfeição de Deus em gerar e também “destruir” vidas? O que seria dos homens se não tivessem como perspectiva salutar a morte? Mesmo com o empecilho da morte, são capazes de tudo.
Que mundo é esse que é capaz de tudo apenas para a mera satisfação dos prazeres do poder e da carne? O consagrar das cartas marcadas?
Jogo de cartas marcadas? Todos já sabem o placar? Será cinco a zero ou quatro a um? É algo que nem as casas de apostas se interessam, pois o resultado já é nítido, dito e certo? O poder não é brincadeira! É uma das coisas que mais provocam distúrbios nos verdadeiros intelectuais. Seria por este motivo que Jesus Cristo, Deus, enfatizou o poder apenas na ótica do serviço e do servir?
Quer saber o seu limite? Ganhe ou receba 20.000 (vinte mil reais) e não restará mais do que três dias para gastá-lo. Mas quando você não tinha, vivia pensando nestes vinte mil reais. Seria daí que deriva o ditado popular: a medida do ter nunca é preenchida? O poder de comando também tem suas nuances e pode ser a sensação de mandar em tudo, o que resulta em ódio, falta de perdão ou de misericórdia.
Mas onde ficaria a punibilidade exemplar? O que juridicamente isto significa? Em outras palavras: tem que punir para que o exemplo não estimule a outrem. Caramba, e punir “ladrões do erário” não é também “punibilidade”?
Jogo de cartas marcadas? Do que mesmo se está falando ou escrevendo? Não seriam os frutos dos pensamentos refletidos em quem neste momento escreveu, escreve ou escreverá? Já pensou o grau de “loucura” em que a sociedade brasileira adentrou? Tanta coisa para se fazer, tanto “dinheiro escorrendo pelo ralo” e o que estão tentando ocasionar como “cortina de fumaça constante”? O afastar “um cavalo corredor” do páreo?
Olha, como diz o nosso amigo jornalista Augusto Nunes: “esses crimes que estão cometendo, muito em breve serão passíveis de condenação”, “quando o jogo realmente virar, todos serão presos e condenados”. E como se comporá a imprensa velha? Que vergonha! Que legado estão deixando para alguém? Chegaram ao ponto de se tornarem “vaticanistas”.
O que é mesmo esta expressão pejorativa? É o fato de não ligarem mais para nada! Quem tem a força de os punir? Estão “infiltrados” em todos os lugares da sociedade. Qual o problema em transgredir normas e a própria lei? Quem tem mais dinheiro ou poder que eles? Eis a forma pejorativa da expressão vaticanizar-se ou tornar-se vaticanista. Quando algo escandaloso está para acontecer, o que um vaticanista responde? “Isso vai dar em nada!”
Jogo de cartas marcadas? Apenas no Brasil ou no mundo acontece isso constantemente? Sabe a diferença entre os cristãos e os mundanos? Cristãos possuem a certeza de que o caminho da retidão ocasionará em nobre galardão. E o mundano, o que ganhará? A Sagrada Escritura expressa isso de forma bem clara. Mas isso é desejar o mal ao próximo? O Deus de Abraão, Isaac e Jacó não é essencialmente justo? PLENAMENTE!
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