
De onde advém? Como surge e de onde brota? É fruto de quê? Da oração! Da busca incessante pelo infinito. E tem que ser algo além do meramente aprovado eclesiasticamente. Marcial Maciel: O Lobo de Deus entra em detalhes na trajetória controversa e violenta do Padre Marcial Maciel, fundador dos Legionários de Cristo. A série documental traça uma linha do tempo ao longo da história do sacerdote, que esteve à frente de um seminário de formação e foi responsável por dezenas de casos de abuso sexual, pedofilia e escândalos que contrapunham totalmente o que pregava.
Ao longo de quatro episódios, a produção investiga como Maciel sustentou o silêncio e a conivência da Igreja Católica acerca de seus crimes por décadas, apresentando documentos inéditos, argumentos de especialistas e testemunhos das vítimas. Já disponível no streaming, Marcial Maciel: The Wolf of God.
Percepções de finitude? É a humildade de reconhecer que somos pó e ao pó retornaremos. Não significa acomodação. Adentrar à ciência e às melhores academias, com esforço, determinação e estudo, é saída e caminho para enfrentar a realidade. Bendita a hora em que um nobre jesuíta disse: “meu filho, seu caminho é mais além. Um dia surgirá um local adequado para acolher a sua potencialidade”.
Percepções de finitude? É não compactuar com o descaso e o sentir de que nada tem mais jeito. Vai além disso! Formar sacerdotes é algo muito sério. É necessário tocar nesta ferida aberta há séculos, pois a cada dia cresce a visão de que ser sacerdote é apenas mais uma profissão.
Percepções de finitude? É rever o documentário sobre o fundador de uma congregação e se perguntar: como deixaram isso acontecer? O poder pelo poder é algo muito sério!
Percepções de finitude? É também encontrar forças em histórias edificantes, como a de George Müller, exemplo de fé e confiança em Deus, lembrado pelos grandiosos orfanatos de Ashley Downs, em Bristol, Inglaterra. Com apenas dois xelins no bolso, sem pedir nada a ninguém além de Deus, recebeu o equivalente a 150 mil dólares atuais e sustentou até dois mil órfãos sem faltar refeições.
Qual o sentido de atrair jovens não pela santidade, mas pela luxúria? Afinal, não é isso que muitos “recrutadores vocacionais” buscam? Alguns dizem abertamente que ninguém deseja ser padre para servir, mas apenas para usufruir do suporte institucional. Seria o reflexo do próprio sistema? Orações seriam apenas pretextos públicos e expositivos?
Agostinho de Hipona, ao contrário, foi um grande homem. Um homem de Deus!
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