
A Nvidia alcançou na última quarta-feira (9) o valor de mercado de US$ 4 trilhões, tornando-se a empresa mais valiosa do mundo. Com uma valorização de 2,6% nas ações, que fecharam cotadas a US$ 164, a gigante dos chips superou Apple e Microsoft e assumiu a liderança global em capitalização de mercado — um marco inédito na história das bolsas.
Fundada como fabricante de placas de vídeo para computadores, a Nvidia se reinventou com o avanço da inteligência artificial (IA) e se consolidou como fornecedora dominante de chips gráficos usados no treinamento de modelos de IA. O setor vive uma explosão de demanda, o que fez a empresa registrar lucro líquido de US$ 18,8 bilhões (R$ 107 bilhões) no primeiro trimestre fiscal, um aumento de 26% em relação ao ano anterior. A receita também impressiona: US$ 44,1 bilhões (R$ 251 bilhões), alta de 69% no mesmo período.
Para o segundo semestre, as perspectivas seguem otimistas, com estimativas de faturamento na casa dos US$ 45 bilhões. A demanda crescente por data centers voltados à IA é um dos principais fatores de expansão. Esses centros de processamento, antes focados em armazenamento de dados, ganharam um novo papel com a chegada da IA generativa, exigindo capacidades computacionais cada vez mais robustas — nas quais a Nvidia lidera com folga.
O domínio da empresa se estende além do setor privado, atendendo não só gigantes como OpenAI, Microsoft e Google, mas também governos interessados em desenvolver suas próprias infraestruturas tecnológicas. Esse cenário reforça o protagonismo da Nvidia como motor da nova era digital movida à inteligência artificial.
WALL STREET OpenAI recua e pode adiar estreia na Bolsa para buscar avaliação de US$ 1 trilhão
CONTAS NÃO FECHAM? Desespero da velha mídia?
MOTO ELÉTRICA Vammo aposta na popularização das motos elétricas e coloca 200 unidades à venda Mín. 23° Máx. 32°