
Em matéria publicada pelo Poder360, afirma-se que o PT — Partido dos Trabalhadores — começa a reforçar uma campanha intitulada "pobres contra ricos". Oxente! Mas, nos quadros do partido, agora não há também ricos? Seria, então, uma luta contra eles mesmos? A situação está tão séria que o site da revista Veja informa que, em meio às dificuldades, Fernando Haddad sofre pressão para ser pré-candidato em 2026. Jesus Cristo! Nem sequer ventilam a possibilidade de Rafael Tajra Fonteles ser o nome do partido em 2026. Seria por ele vir de um estado pobre?
A verdade é que a velha luta de classes não cola mais. Pobres e ricos convivem em harmonia — não só no Brasil. Uma força depende da outra.
“Pobres contra ricos”? Seria como acreditar em padres que passam a noite com seus “garotos ou garotas de programa” e, no dia seguinte, celebram missa como se nada tivesse acontecido. Isso se chama consciência calcificada, como dizia Dom Celso José Pinto da Silva para designar aqueles que vivem “constantemente em pecado”. Quando alguém ousava perguntar sobre isso, ele respondia: “Meus filhos, esse povo calcificou a consciência, não sente mais nada, perdeu o mínimo de senso moral”. E por que não são denunciados? “Quem? Se todos os que poderiam denunciar estão agraciados com benefícios paroquiais.”
Incentivar a luta entre pobres e ricos é o mesmo que “tocar fogo numa paróquia”, tentando vasculhar a vida moral dos padres. É confusão que não leva a lugar nenhum.
“Pobres contra ricos”? Seria como os fiéis das igrejas evangélicas quererem saber como seus pastores gastam os dízimos. Todo ano tem prestação de contas, mas os pastores dirigem carrões, moram em mansões, e os fiéis seguem cada vez mais pobres. Ainda assim, não se questiona. A narrativa de pobres contra ricos não se sustenta. Quem acredita que certos “companheiros” vivem apenas de seus salários?
O mundo mudou. O Brasil mudou. O Piauí, graças ao trabalho do governador Rafael Tajra Fonteles e de sua equipe, mudou ainda mais. Quem, em sã consciência, apoiaria uma campanha intitulada “pobres contra ricos”? Ninguém com algum grau de discernimento social. Diante do naufrágio do governo Lula 3, o partido deveria olhar para alguém que, além de manter as contas públicas em dia, consegue atrair investimentos a médio e longo prazo.
Não adianta gastar rios de dinheiro em propaganda. O povo está cansado. E, quando o povo não quer mais, não adianta insistir. Essa é a realidade.
“Pobres contra ricos”? O melhor sistema ainda se chama capitalismo. É onde a união de forças gera desenvolvimento. Pessoas organizadas e determinadas ascendem socialmente por meio da educação. Não há mais espaço para guerra de classes, de religiões, de patrões contra empregados, de quem paga mais ou menos impostos.
Do jeito que as coisas andam, se ninguém tomar juízo e continuar dobrando ou triplicando a aposta, ninguém sabe onde isso vai parar. Caldo de galinha, juízo, oração e humildade não fazem mal a ninguém. Mas esse “destituir de razão e arrogância” que tomou conta da política nacional só vai prejudicar os poucos governadores ainda capazes de serem reeleitos.
Jesus!
DIREITOS HUMANOS Roque Aras, um nordestino
CREDIBILIDADE STF em baixa: da confiança institucional à crise de credibilidade
JUSTIÇA INCLUSIVA A Justiça na praça: quando o sistema de justiça encontra o povo
Mín. 23° Máx. 32°