
A capa da influente e conceituada Revista Oeste destaca: "Colheita Invisível" – Especialista em inchaço da máquina estatal, nomeação de nulidades, multiplicação de impostos e programas que compram votos, Lula alimenta o país prometendo safras que nunca virão.
E a influente e conceituada Revista Oeste diz mais, na Carta ao Leitor – Edição 333: "As bravatas costumeiras de Lula e o endividamento dos brasileiros estão entre os destaques desta edição." De acordo com Eliziário Goulart Rocha, a diferença entre a galinha e o político é que o político cacareja e não bota o ovo, ensina outra frase muito pedagógica de Millôr Fernandes. Lula seria, segundo o texto, a prova dessa afirmação. Bravateiro incurável, vive repetindo que a "colheita" — o "i" é invariavelmente amputado — virá no próximo mês, no próximo ano, no próximo mandato. Como nada planta, nada brotará de um governo especializado em empregar a companheirada, afundar a economia e endividar os brasileiros.
E as notícias da velha mídia, por meio da Folha de S.Paulo? PF aponta presentes de ex-sócio do Master a políticos e 74 ligações com Jaques Wagner, eis a matéria de Raquel Lopes, de Brasília. E diz mais: documentos da Polícia Federal revelam que o senador Jaques Wagner (PT-BA) e o empresário Augusto Ferreira Lima, executivo ligado ao Banco Master, conversaram em ao menos 74 chamadas telefônicas ao longo de um ano e meio. Ocorridas entre 17 de novembro de 2023 e 25 de maio de 2025, elas somam cinco horas e trinta minutos de duração. Além das ligações, os documentos apontam que o senador recebeu presentes, usou jatinhos e até articulou um encontro "discreto" em seu gabinete entre executivos do Banco Master e o ministro da AGU (Advocacia-Geral da União), Jorge Messias. Além de Jaques Wagner, outros políticos teriam recebido vinhos do empresário, de até R$ 5.300. Entre eles, o governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), o presidente do União Brasil, Antonio Rueda, o prefeito de Salvador, Bruno Reis (União Brasil), o ex-prefeito ACM Neto (União Brasil) e o ex-ministro da Casa Civil, Rui Costa. E tem mais na matéria de Raquel Lopes. Ave Maria! Até a velha mídia no ataque?
E a notícia que acaba de sair no Estadão? Mais uma tática de engano ou alguém já ofereceu, de mão beijada, o partido ao governo federal com a desculpa da neutralidade? Progressistas veta Tereza Cristina como vice de Flávio e mantém neutralidade na disputa presidencial. O posicionamento do partido ocorre após a senadora aceitar convite para ser vice do bolsonarista. A informação, publicada no Estadão, é de Bianca Gomes e Hugo Henud. E diz mais: o PP vetou a possibilidade de a senadora Tereza Cristina (PP-MS) compor a chapa presidencial do senador Flávio Bolsonaro como candidata a vice-presidente e afirmou, em nota divulgada à imprensa, que manterá neutralidade na disputa pelo Palácio do Planalto. "O Progressistas, após consulta aos seus diretórios estaduais, decidiu, por maioria, permanecer neutro no processo eleitoral. Diante disso, reiteramos a posição de não convocar Convenção Nacional. A decisão já foi comunicada e acatada pela nossa líder no Senado Federal, senadora Tereza Cristina", afirmou a direção nacional do PP.
Sabem o que, de fato, provoca derrotas inesperadas? A certeza de uma sabedoria demasiada. Esse negócio de um pé em cada canoa vai provocar derrotas que o povo já sonha, faz tempo, em provocar. E quem vai fazer a festa é o "governador local"? Pense em alguém que "adora encontrar um abestado" para imaginar que o está apoiando?
Moço, e as bravatas e o endividamento? Lugar de ladrão não é na cadeia? Esperteza demais é algo horripilante. Tem gente fazendo de tudo para atrapalhar a vitória de determinado candidato? Vai terminar em prisão norte-americana quem está fazendo isso diária e cotidianamente? A história é mestra em derrotar a "sabedoria demasiada". O povo local agora tem mais uma opção ao Senado? Tem gente que deseja apenas ser apoiada e jamais apoiar? Os jesuítas costumam dizer que esperteza demais é princípio de derrotas!
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