
A arte do imprevisível é o que muitos costumam dizer sobre a política. Certo mesmo é a forma reservada e discreta como age a campanha de um candidato ao Planalto. Tudo é pensado e calculado. Muita gente que pensa que Flávio Bolsonaro é menos inteligente que o pai vai ver o quanto está completamente enganada? Flávio Bolsonaro é muito mais sábio que o pai e se articula de uma forma que faz o inimigo imaginar que ele, Flávio Bolsonaro, é fraco e isolado?
A CNN Brasil através de Gustavo Uribe e Jussara Soares publicou que a senadora Tereza Cristina (PP-MS) sinalizou a interlocutores sua disposição em aceitar o posto de vice na chapa de Flávio Bolsonaro, candidato do PL à Presidência da República. Com isso, o Progressistas, que forma uma federação com o União Brasil, topou rediscutir a neutralidade na disputa presidencial deste ano.
O comando nacional do partido começou uma série de consultas aos dirigentes estaduais da legenda. A ideia é amadurecer a ideia até a convenção nacional da legenda, marcada para o dia 5 de agosto. Segundo apurou a CNN, os presidentes do PP, senador Ciro Nogueira (PI), e do União Brasil, Antônio Rueda, devem ter uma conversa na segunda-feira (3) com Flávio Bolsonaro e o senador Rogério Marinho (PL-RN), coordenador da campanha do filho do ex-presidente Jair Bolsonaro.
Se tudo se confirmar, e de acordo com o que foi revelado há pouco pelo Estadão, sai na frente na corrida eleitoral, de forma a atrair ainda mais interessados e pessoas que realmente conhecem as articulações do mundo político profissional. Tacada de mestre. Um verdadeiro xeque-mate no atual quadro político, que poderá agregar ainda mais do que muitos imaginam e esperam. Para muitos especialistas, as articulações envolvendo os Estados Unidos já eram um sinal do que ele era capaz, mas muitos teimavam em não acreditar.
De acordo com Naomi Matsui (Broadcast/Estadão), a senadora Tereza Cristina (PP-MS) afirmou a aliados, nesta quinta-feira, 30, que aceitou ser vice na chapa do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) à Presidência da República, segundo pessoas próximas à parlamentar ouvidas pelo Estadão/Broadcast. A definição ainda precisa passar pelo crivo do PP, que integra uma federação com o União Brasil. Está vendo como o jogo ainda nem começou, de fato, a ser jogado? E as novas mudanças?
Vejam o que Lauro Jardim, de O Globo, publicou: "O anúncio da troca de marqueteiro da campanha de Flávio Bolsonaro aconteceu há pouco, mas a saída de Eduardo Fischer estava sendo tratada havia pelo menos duas semanas pelo candidato e pelo PL. Havia um descontentamento de aliados próximos de Flávio com o trabalho de Fischer. Valdemar Costa Neto também era bastante crítico.
A avaliação era de que as peças de campanha eram fracas, as respostas aos ataques eram lentas e sem pegada e que, nesses dois meses em que comandou a comunicação da campanha, Fischer não teria conseguido imprimir uma marca forte no Zero Um." De acordo com a Veja, Flávio Bolsonaro escalou o publicitário Duda Lima para coordenar sua empreitada rumo ao Palácio do Planalto.
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