
Dirijamo-nos ao Deus de Amor, a esse Deus que, por amor, rasgou Seu coração, e sintamos a plenitude de Seu querer bem por nós.
Hoje, de modo especial, celebramos Deus. Mas quem é Deus? Como explicá-Lo? Como defini-Lo? Como conhecê-Lo?
Nenhuma pergunta sobre Deus pode ser plenamente respondida por nós, seres humanos. Deus nos supera!
Temos noção de quem Ele é, mas não conseguimos defini-Lo. É impossível! Ele é a eterna surpresa. Nosso Deus não é o deus dos filósofos, mas o Pai de Jesus Cristo; é o próprio Cristo; é o Espírito de Amor.
Para conhecê-Lo, devemos abrir a Sagrada Escritura, principalmente o Novo Testamento, e ver o que Jesus, o Verbo Encarnado, nos diz.
O Evangelho de hoje, tirado de São João, nos fala que Deus é o Amigo do homem, não apenas o seu Criador, mas também o seu Redentor, Aquele que o protege e que foi capaz de sofrer e morrer para que o homem alcançasse a plena felicidade.
Já São Paulo, em sua Carta aos Coríntios, nos orienta sobre a resposta a ser dada ao Deus Amigo. O homem deve deixar-se transfigurar pelos dons e pelas qualidades divinas, especialmente pelo amor, pelo perdão e pelo serviço.
Falar com Jesus é falar com Deus. Sua bondade foi tão grande que Ele Se revelou a nós na pessoa de Jesus.
“Filipe, quem Me vê, vê o Pai.”
Dirijamo-nos ao Deus de Amor, a esse Deus que, por amor, rasgou Seu coração, e sintamos a plenitude de Seu querer bem por nós. Se o mandamento se resume em amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo do mesmo modo como Ele nos amou, saibamos que, antes de tudo, o Senhor não apenas nos criou, mas, por amor a nós, entregou-Se até a morte.
O Espírito é escuta e disponibilidade.
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